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domingo, 29 de junho de 2014

LIBERTAR-SE DOS PODRES MALIGNOS - 1ª LEITURA.



REFLEXÃO DOMINICAL

Solenidade de São Pedro e São Paulo - 29.06.2014 – Ano A

1ª Leitura - At 12,1-11;

2ª Leitura - 2Tm 4,6-8.17-18;

Evangelho - Mt 16,13-19

1ª Leitura: Libertar-se dos poderes  malignos
Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.



         Desde tenra idade somos impulsionados a conviver com sentimentos. Um deles, é o dom da vida lutando pela sobrevivência, capeado pelo dom do amor. Para uns, os diversos dons ou sentimentos fluem com mais facilidade, enquanto que para outros já é mais dificultada  por tantos motivos de ordens sociais, religiosas, familiares, políticas como se fossem contingências naturais que destroem ou atrasam as conquistas e ideais.  Mas por detrás desses coletivos estão as pessoas que nutrem o prazer de destruir, de prejudicar, submissos mais ao poder do demônio do que de Deus.

         A questão está em livrar-se desses poderosos, verdadeiros  Herodes que na busca de fama, de ostentações, de vantagens e de status praticam o mal por instinto. Essas pessoas tomadas por mentes doentias  ou são possessas do demônio ou precisam de profissionais que tratam da mente humana. Mas, de uma forma ou de outra, precisam de Deus: “Agora sei que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes”, é o chamado da primeira leitura de hoje.

         A Igreja iniciava seus passos. Os Apóstolos cumpriam os ensinamentos de Jesus e isso não agradava o poderoso Herodes que mandou prender e torturar alguns membros da Igreja e mandou matar Tiago.

          Como essa medida agradou a alguns judeus aproveitou o embalo e mandou prender Pedro com a intenção de mostrá-lo ao povo como prova do seu poder.

         Pedro, acorrentado e vigiado pelos guardas, na mesma noite é surpreendido por um anjo iluminado que o acordou: “Levanta-te depressa” e as correntes desataram, veste-se,  e sem saber o que estava acontecendo na realidade seguiu aquela luz e obedeceu à voz de comando conseguindo passar pelos guardas, pelo portão e alcançou a liberdade.   Somente nesse momento Pedro se convence de que foi o Senhor que o libertou do poder de Herodes e da sede de vingança dos judeus.

         Irmãos e irmãs. Neste pequeno trecho dos Atos dos Apóstolos tomamos contato com a luta daqueles homens que seguiam Jesus e tinham a missão de dar continuidade à Igreja de Cristo. Havia os perseguidores, mas Deus tinha uma Missão para Pedro e todos os seus escolhidos. Não podia abandoná-los.

         Esse paradigma serve para todas as práticas de maldade que afligem a sociedade humana em todos os seus segmentos, e também dentro da própria Igreja. Basta ler um pouquinho da história e veremos quantas incoerências foram praticadas “Em nome do Senhor”.

         Por favor, não estou generalizando, mas fazendo uma constatação, pois a Igreja é de Deus, fundada por Jesus Cristo, conta com a proteção do Espírito Santo, Jesus prometeu estar com ela até o final dos tempos e é necessária para a salvação da humanidade.

         Mas a questão apontada mostra duas faces: de um lado um apóstolo de Cristo que chegou a ser Papa sofrendo perseguição e sendo retalhado em suas ações, algemado e calado, que representa a Igreja, e de outro, o perverso Herodes que representa o maligno.

         Hoje ainda acontecem coisas assim no mundo todo com cristãos perseguidos, martirizados e mortos porque seguem a Jesus. E se não nessa proporção, perto de cada paróquia não faltam pessoas mesmo revestidos de seus ministérios ordenados ou leigos, agem como Herodes, perseguindo, dificultando, colocando algemas  e mordaças  em tantos outros Pedros que foram escolhidos por Jesus.

         A esses somente resta confiar em Deus,  gritar, denunciar, lutar pelos seus direitos e rezar para que, de um momento para outro, Jesus mande um anjo conceder-lhes a liberdade para que cada um de acordo com seus dons e ideais, como cidadãos ou religiosos, possam exercer a prática do bem. E sem dispensar os anjos celestes, muitos anjos humanos existem que poderiam colaborar com essa libertação. Faltam-lhes coragem para arrancar os grilhões do medo e da dependência para auxiliar que todos possam continuar suas missões confiadas por Deus. Isso é possível, e acontecerá!  

Amém!

Dc Narelvi

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