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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Por trás de cada candidato . . .

    O ditado popular  “diga-me com quem andas e direi quem tu és”  traduz a idéia de que a conduta de alguém se mede na mesma proporção e intensidade da conduta da pessoa com quem ele se relaciona.   Em física, tratando do magnetismo, ensina-se que “os pólos opostos se atraem e os pólos iguais se repelem”. São teorias muito presentes na política e que agora, às vésperas das eleições, saltam aos olhos. 
     Seja no ditado popular, seja no conceito cientifico, imaginariamente existe um ponto de referencia.  Seria igualmente ladrão quem anda com ladrão; corrupto com corrupto; honesto com honesto; trabalhador com trabalhador, e assim por diante. Ou se atraem ou se repelem, por exemplo, os bons e os maus, os honestos e os desonestos,  os íntegros e os imorais, os políticos de “ficha limpa” e os de “ficha suja”, os bem intencionados e os mal intencionados.
    O momento agora é das eleições para Presidente, Senador, Dep. Federal, Dep. Estadual e Governador. 
     O ponto de referencia do ditado popular e do magnetismo da física, no presente caso, por estar no alto da pirâmide, fica atribuído aos candidatos a presidência da república. Eles são o ponto,  agora não mais imaginário, entre os extremos. O que se disser deles, estender-se-á aos  demais.
    Do ponto de vista cristão e no exercício da cidadania é imprescindível conhecer do presidenciável a sua história moral, cívica, partidária, o passado, a convicção democrática já que vivemos numa democracia; a tendência e respeito à liberdade religiosa; se está comprometido com a vida repudiando o aborto e outros meios que violentem o ciclo natural do ser humano; os seus propósitos com a segurança pública, educação, saúde, meio ambiente e outras prioridades; se está  comprometido com os pobres sem recorrer ao populismo prejudicial e tendencioso; se já praticou crimes contra a vida, contra o patrimônio alheio, roubos, assaltos, terrorismos, mortes, corrupções; se o seu nome se encontra lançado na “ficha suja”; se está vinculado a lideranças internacionais detentoras de regimes ditatoriais e tantos outros propósitos que devem nortear a vida dos brasileiros. 
     Mas, “nem tanto ao mar nem tanto à terra”. A pecha nem sempre é só do candidato.  Ao eleitor também cabem as comparações devendo zelar pelo seu voto. E quando conscientemente se escolhe mal pode acontecer como o que São Mateus narra em 7,6: “Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem”.
     Em torno dos candidatos formam-se grupos de apoio,  políticos de alto a baixo escalão que se encaixam muito bem nos mesmos vícios,  deixando de lado os ideais da moralidade para petiscarem uma possível oportunidade no contexto governamental e político talvez falando baixinho “o povo que se dane”. A esses que se juntam ou se repelem ao sabor dos ventos, ou sendo desiguais se revestem de iguais para conchavos,  também cabe grande parcela de responsabilidade pelo testemunho e cumplicidade com os candidatos.
    Por isso, para que realmente o “povo não se dane”, deve repudiar o interesseiro paternalismo eleitoreiro, o apadrinhamento,  a reciprocidade de favores, e parar de achar que as benesses distribuídas sob diversas formas aos pobres e menos favorecidos, decorrentes de programas sociais muitas vezes advindas de governos anteriores devem ser pagas com o voto. Ninguém deve favor quando o que lhe é oferecido já éra seu por direito.
    Jamais descobriremos o que se esconde em cada candidato embora saibamos que felizmente existem os virtuosos como em todos os setores da sociedade. Os indícios prós e contras estão aí à disposição de todos, bastando navegar pelas leituras, internet e outros meios informativos.
     Quem se esforça para votar bem honra-se a si mesmo, estará consolidando a democracia e colaborando para a renovação da consciência e valorização do político   

Um comentário:

  1. Diac. Lando Rogério Kroetz3 de setembro de 2010 às 08:27

    Formidavel o artigo sobre "Por tras de cada candidato ...". Precisamos divulgar estas coisas com urgência, pois, as eleições vão acontecer logo. Parabens por tudo que estas fazendo em prol dos outros. Diacono Lando

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