Evangelização

Artigos

Perguntas e Respostas

Comentário sobre os temas nas respectivas postagens

Para outros comentários e sugestões clicar o link COMENTÁRIOS DIVERSOS

domingo, 17 de março de 2013

NÃO PEQUES MAIS






REFLEXÃO DOMINICAL
5º Domingo da Quaresma – Ano C – 17.3.2013

Is 43,16-21; Fl 3,8-14;  Jo 8,1-11

Queridos amigos e irmãos em Jesus Cristo.






1ª PARTE

             Falamos na ultima reflexão sobre o que é ser um homem novo.

Hoje Isaias faz uma introdução citando a travessia do mar vermelho. Recordando, os israelitas foram retirados do Egito e conduzidos por Deus e na fuga, o faraó que evidentemente não gostou nada, reuniu seu exercito  com  seus carros puxados por cavalos sob as rédeas dos cavaleiros e armado com seus guerreiros se pôs no encalço dos israelitas, estes que, guiados por Deus continuaram a caminhada sem medo, por onde lhes era indicado. Deus abre um caminho pelo mar vermelho, separa as águas, torna o solo enxuto e seco livre para seus protegidos que percorrem em segurança.

            A mesma sorte não tiveram os egípcios que invadindo o mesmo trajeto, de repente Moisés estendeu sua mão sobre o mar, e o mar se fechou sobre eles, engolidos que foram pelas águas os “carros e cavalos, tropas e homens corajosos”.

            Então o Senhor, por Moisés, ensina que o passado sofrido deve ser esquecido para dar lugar às coisas novas que Deus prepara para o seu povo, como por exemplo fazer correr água no deserto para saciar a sede de seus escolhidos, que alegres glorificam o Senhor.

            De fato, irmãos, mesmo que o passado muitas vezes nos acompanhe e até deprima, não deve sobrepor-se à vida nova que temos pela frente.  O novo homem é aquele que deixa para traz os seus pontos negativos, seus vícios, seus pecados, para assumir as alegrias e virtudes da vida presente e futura transformada pelo Evangelho. Deus esta à nossa frente. É Ele quem abre os caminhos e afasta os inimigos com suas mãos poderosas e vigilantes servindo-se de seus servos a exemplo da ação de Moisés. 

  

2ª PARTE

 Vejam, irmãos, o que São Paulo diz: “esquecendo o que fica para trás,
eu me lanço para o que está na frente”. É o que também devemos fazer.

Quando nos entregamos ao Sagrado, assumimos a nossa fé, abraçamos a Jesus e sua Igreja com Maria e todos os santos, sentimos as bênçãos e graças que a Missa contempla, principalmente quando entramos em comunhão com Cristo na Eucaristia e pela confissão nos libertamos do pecado, nos transformando a tal ponto que tudo nos parece daí para a frente como lucro medido pelo abraço de paz de Jesus que passa a integrar-se ao nosso modo de viver concedendo-nos por consequência muita luz para guiar as nossas famílias e a nós mesmos.

Quem sabe ainda não tenhamos por razões intimas, alcançado plenamente a Jesus. Mas como São Paulo diz, corramos atrás dele para alcançá-lo certo de que Ele não se distanciará, mas reduzira seus passos para que O alcancemos mais rapidamente e possamos receber o premio de Deus por Jesus Cristo.



3ª PARTE

O Evangelho insiste no perdão, na humildade, na compreensão, distanciando os pecados do orgulho, da soberania, da superioridade quando Jesus dá uma rasteira nos mestres da Lei e nos fariseus.

Voltado às reflexões acima, e lembrando um grande amigo que sempre insiste em sentir-se pecador sem chance apesar de ser católico convicto e responsável, somos chamados a confiar na força do arrependimento, da conversão, da misericórdia de Deus que está sempre pronto para nos acolher.

Um dos maiores exemplos vem do desafio feito a Jesus com relação a uma mulher surpreendida em adultério. “Mestre, ela foi flagrada em adultério e a Lei de Moisés manda apedrejá-la. O que diz o Senhor?”

E Jesus desmonta os inquisidores com outra pergunta: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra.”

Pois é. Não ficou nenhum deles! Estando a sós com a mulher, Jesus pergunta-lhe: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”. “Eu também não te condeno”, e a manda de volta, porém, com a recomendação: “De agora em diante não peques mais”.

Irmãos e irmãs. Jesus confirma que o PAI perdoa sempre. Mas não estimula a reincidência pecaminosa. A verdadeira conversão implica na renuncia a toda espécie de mal.  E é justamente através das graças que recebemos pelos Sacramentos, principalmente pela assiduidade na participação das Santas Missas que vamos nos fortalecendo e resistindo contra a repetição dos pecados.

Se a carne é fraca para o pecado, o Espírito é forte para resistir. E apesar de não diferenciar os cristãos católicos uns dos outros, convém aqui dar um toque no sentido de que a responsabilidade maior está para aqueles que exercem cargos ou funções pastorais e ministeriais na Igreja, sejam leigos ou clérigos. Catequistas, MECEs, comissões das igrejas, movimentos jovens, coroinhas, religiosos, bispos, padres ou diáconos e tantas outras forças vivas da Igreja, não podem justificar suas falhas na costumeira defesa de que “somos fracos”, pois que as nossas intervenções religiosas ministeriais e pastorais impõem que erremos menos do que os outros, até por questão de coerência.

Aproximemo-nos, pois, de Jesus e Ele nos acolherá.

Louvado seja N.S. Jesus Cristo.

Diac. Narelvi.

quarta-feira, 13 de março de 2013

HABEMUS PAPAM



 Cardeal Mario Jorge Bergoglio



O PAPA FRANCISCO



O Espírito Santo inspirou os Cardeais a escolherem o sucessor de Pedro para manter viva e para sempre a IGREJA CATÓLICA.

Jesus quis assim:

“Tu és Pedro .... “

“ Eis que Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo».

 Obrigado, Senhor.

Diac. Narelvi

domingo, 10 de março de 2013

O FILHO PRÓDIGO E A RECONCILIAÇÃO

4º Domingo da Quaresma – Ano C – 10.03.13
Js 5,9a.10-12; 2Cor 5,17-21; Lc 15,1-3.11-32

Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.

1ª PARTE
          
                 O que é ser um homem novo na lição bíblica?
            A idéia nos leva a lembrar de que somos frutos da criação de Deus como seres humanos perfeitos, sem pecado, mas que levados pela tentação fomos impulsionados à desobediência, a sermos pretensiosos a ponto de querer tornar-se igual ou superior a Deus. Tornamo-nos, então, perdidos, pecadores.
            Deus reaproxima-se dos homens pelos patriarcas e profetas dos quais nos falam o Antigo Testamento para transformar-nos em novas criaturas até que Deus se fez homem e habitou entre nós encarnado na pessoa de Jesus Cristo.
Por Jesus, então, fomos aliviados dos erros do passado e assumimos uma nova postura, um novo jeito de ser cristão autêntico.  Nova vida. Criatura nova. Não na estética física, mas na existência interior, na espiritualidade.
Jesus é o autor dessa conversão. Foi na cruz que Ele nos redimiu do pecado e perpetuou na instituição da Eucaristia e na sua Igreja a oportunidade permanente de freqüentes conversões.
Quando São Paulo diz que Jesus se fez pecado por nós, reconciliou-nos com ele mesmo e nos confiou o ministério da reconciliação, foi justamente para sepultar o homem velho transformando-o numa criatura nova sem o peso do pecado.
NINGUÉM MAIS, nenhum filósofo, nenhum pensador, nenhum “iluminado”, nenhum fundador de crença ou religião por bem intencionado que seja, é capaz de tamanho gesto concreto de transformação dos corações endurecidos dos desviados do rumo divino, em pessoas de bem, de paz, merecedoras do Reino,  aptas a serem também, - juntas com os ministros escolhidos especialmente para o  serviço da Igreja com poderes para agir in persona Christi - , embaixadores de Cristo que todos os fiéis leigos devem ser, A NÃO SER JESUS CRISTO que por ser Deus não cometeu pecado.

                                                                        2ª PARTE
Como se vê irmãos e irmãs, ninguém é excluído da missão evangelizadora nem do Céu. Somos todos irmãos em Cristo e se defendemos a mesma causa impossível admitir-se separações, invejas, mas sim, solidariedade e fraternidade na busca de nossos ideais materiais e religiosos principalmente.
Não se pode aceitar a presença de fariseus dentro da igreja disputando poder à custa de opressões formando seus grupinhos de privilegiados em detrimento aos demais porque Jesus não é assim. Viver o cristianismo não é assim.  Jesus é aberto, livre, tem compaixão, é misericordioso e acolhedor e quer estar com todos, sem exceção. Lucas narra um momento em que fariseus criticavam Jesus porque fazia refeição junto com os pecadores. Não entendiam os fariseus que Jesus não apoiava o pecado, mas amava o pecador para transformá-lo em convertido.
A parábola do filho pródigo é espetacular para mostrar que os bens divinos são oferecidos à partilha para todos. E mesmo quando um dos beneficiários movido pela fraqueza, más companhias, tenha jogado fora as virtudes cristãs, perdido a fé, o seu retorno sempre é aguardado de braços abertos por Cristo que o acolhe e festeja pelo seu retorno.
O arrependimento é a força motivadora para uma vida nova. O filho mais novo da parábola, mesmo tendo esbanjado seus bens materiais, passou pela experiência do sofrimento até que com humildade e coragem procurou novamente seu pai para dizer-lhe: “Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho”.
Irmãos, vocês nunca viram um pecador retornar à Igreja e tornar-se um excelente cristão, chegando mesmo a exercer atividades importantíssimas na Igreja? Evidente que sim! Mas garanto que viram também muitos apontarem seu dedo contra ele . . .  Os exemplos são tantos.
Não se permanece na Igreja esperando vantagens ou aplausos, mas para viver o cristianismo na busca da Salvação eterna.
O final da parábola fecha o assunto com sabedoria: “Então o pai lhe disse: "Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado”.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.
Diac. Narelvi

domingo, 3 de março de 2013

EU SOU.


3º Domingo da Quaresma – Ano C – 03.03.2013

Reflexão dominical

Ex 3,1-8a.13-15; 1Cor 10,1-6.10.12;

Queridos amigos e irmãos em Jesus Cristo.

1ª PARTE
             Moisés teve a graça de conhecer Deus de perto. Mas como foi isso, se Deus como Espírito é invisível?
            Estava Moisés no monte Horeb e visualizou uma sarça em chamas, mas que não se consumia. Não se consumia porque aquele fogo não estava ali para fazer valer os elementos químicos do combustível, oxigênio e o calor, mas para que Deus fosse enxergado em forma de chama de fogo.
            E foi do meio do calor do fogo que Deus se manifesta a Moisés.
            O importante dessa narração bíblica foi a voluntariedade de Moisés de se aproximar daquela planta incandescente de onde ouviu o chamado “Moisés, Moisés”, a quem prontamente respondeu: “Aqui estou!”
            Irmãos, como vocês reconhecem a presença de Deus? Falamos tanto nele. Acreditamos Nele. Vivemos para Ele. Por isso O aceitamos mesmo sem vê-lo fisicamente. O reconhecemos, portanto, pelos nossos instintos, pelos nossos sentimentos, pela nossa fé.
            E nessa apresentação Deus para satisfazer a pergunta de Moisés, adota um pseudônimo: “EU SOU AQUELE QUE SOU” depois simplificando para “EU SOU”. Era assim que Deus deveria ser citado por Moisés aos enviados.
            “Eu sou” foi uma expressão de soberania, de um Ser supremo, de quem reúne os atributos da  Onisciência, Onipotência e Onipresença.
            No caso, Deus já se revela acima de tudo um Ser que ama e acolhe.
            A iniciativa do chamado foi primeira de Deus e Moisés respondeu. E se mostrou como Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó, isto é, DEUS DE TODOS OS HOMENS tanto que contou para Moisés que  foi para atender ao clamor de seu povo que vivia em aflição no Egito que veio, para tirar-lhe da opressão e colocá-lo numa terra maior e melhor onde corria “leite e mel”.
            Não importa onde estejamos, continuamos sendo o mesmo Povo de Deus sujeito às misérias, perseguições, opressões, muitas vezes subjugados às autoridades e representantes religiosos até, sem deixar de lembrar dos redutos mais próximos como os da família, das atividades funcionais e tantos outros relacionamentos que, respeitadas as exceções, deprimem e humilham o homem.
            Resta-nos fazer como os Egípcios na leitura do Êxodo de hoje. Colocar nas mãos de Deus, confiar, orar bastante na certeza de que Deus é um Juiz Justo que não condena, mas estende as mãos a todos que o procuram.   
           
2ª PARTE
            Todos os ensinamentos que vêm das Sagradas Escrituras e da Igreja de Cristo nos trazem proveito como exemplos a serem seguidos para que Deus possa dirigir a nossa vida como nosso Pai Eterno.
            Somos continuadores do mesmo Povo de Deus. Assim como os nossos antepassados passaram por todas as experiências da vida sentindo as forças do bem e do mal, podemos olhar para o alto e lembrar que eles estiveram debaixo do mesmo sol, da mesma lua, das mesmas nuvens, comeram e beberam do mesmo Corpo e Sangue de Cristo, e mesmo assim muitos deles não perseveraram e como diz São Paulo, “morreram e ficaram no deserto”. Desviaram-se do caminho de Jesus renunciando a fé, dividindo o cristianismo, perderam seu tempo murmurando e blasfemando contra irmãos esquecendo-se das lições de Cristo de que o amor é o maior dos mandamentos e que Deus e seu Filho Jesus Cristo querem unidade em torno de seu nome.
            E reforçando aqui sobre o que falamos a respeito da leitura do Êxodo, é preciso colocar um basta na soberba e na ânsia de poder para cujos pretensiosos o versículo 12 capítulo 10 da 1ª Carta de Paulo aos Corintos é bem apropriado:   “Portanto, quem julga estar de pé tome cuidado para não cair”.

3ª PARTE
            Chama-nos também a atenção no Evangelho de hoje ao falar sobre os sacrifícios pelos quais passaram os galileus mortos por Pilatos, a impressão equivocada que muitas vezes nos assolam de que quando alguém sofre é porque ele é  um pecador contra quem, pretensiosamente, nos colocamos em grau de superioridade, a lição de Jesus é NÃO!
            Que ninguém se sinta superior material ou religiosamente falando e Jesus adverte: “Se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”. É também um convite para a conversão que a Igreja nos apresenta neste tempo de Quaresma.
            “EU SOU” é o nosso Deus que perdoa, que não quebra a cana rachada nem apaga o fogo que fumega, mas insiste em oportunizar o arrependimento.
             A parábola da figueira nos ajuda a entender o quanto Deus se esforça para nos dar nova oportunidade de aproximação ao Sagrado.
            A figueira no meio da plantação de uva não produzia figo já há três anos. Então se pensou em cortar a figueira pela sua aparente inutilidade. Mas o vinhateiro reivindica esperar mais um ano dedicando a ela melhor atenção, inclusive colocando adubo à sua volta.   
            Muitos de nós somos como aquela figueira. Deus sempre nos proporciona muitas oportunidades para uma vida nova, convertidos e fiéis seguidores de Cristo. Entretanto, a própria parábola estabelece o resultado  para quem rejeita as oportunidades de conversão: “Se não der fruto, então tu a cortarás”, que se traduz como sentença de condenação.
            Irmãos e irmãs. Sempre é tempo de conversão.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.
Diac. Narelvi  

domingo, 24 de fevereiro de 2013

MESTRE, É BOM ESTARMOS AQUI


Reflexão dominical
2º Domiongo da Quaresma – Ano C – 23.02.2013
Gn 15,5-12 17-18; Fl 3,17-4,1; Lc 9,28b-36

1ª PARTE

“Olha para o céu e conta as estrelas, se fores capaz!”. Assim inicia o Gênese deste domingo.
Leitura difícil de interpretar, mas que nos leva a confiar na promessa de Deus.
Deus prometeu a Abrão uma descendência enorme e uma terra para nela habitarem.  Abrão acreditou, mas queria saber como isso aconteceria.
Aqui entra um costume dos antigos povos da Mesopotania[1]: Quando se fazia uma promessa selava-se o compromisso com um ritual. Animais eram esquartejados e as pessoas que prometiam passavam por entre os pedaços de carne e como forma de juramento diziam: “Se eu quebrar a aliança, aconteça-me o mesmo que aconteceu com este animal!”.
Abrão adormeceu, mas ao acordar testemunhou a passagem de Deus por entre as carnes em forma de “um braseiro fumegante e uma tocha de fogo”.
Deus fez a promessa e mostrou que a cumpriria. Por outro lado, Abrão apenas confiou e esperou acontecer. Deus nada exigiu nem impôs a Abrão.
Irmãos e Irmãs, É assim que devemos encarar nosso Deus. Precisamos Dele, e somente Ele é capaz de realizar as obras necessários para que nossa vida seja uma vida plena, justa e conforme os próprios desejos de Deus. Não somos nós que mandamos nem determinamos. A nossa posição é de espera, de confiança, de fé. E a promessa de Deus se cumpriu.

2ª PARTE

Foi a confiança de Abrão que nos conduziu por vontade de Deus ao mundo de hoje. Agora não mais somente com o PAI, mas também com o FILHO.
Nesta quaresma sofremos as dores de Cristo, mas com a certeza da sua vitoria sobre a morte com a ressurreição. E ressurreição significa  ressurgir novamente como éramos antes: corpo e alma. Não mais um corpo corruptível, mas um corpo glorificado, transformado, um corpo espiritual. Corpo e alma novamente. Bendito seja Deus!
Mas para que isso aconteça existe uma caminhada de sacrifício, de renuncia, e também de um trabalho em mutirão cristão para que o mundo de hoje não sofra mais pelos desajustes sociais que levam aos crimes, às drogas, à pobreza, à miséria, à destruição da família moral e religiosamente  constituída, ao aborto, à banalização religiosa e tantos outros desvios que o pecado alimenta.
Esse caminho que transforma as pessoas e as leva para a conversão, apesar do peso que o maligno tem, se torna mais leve e fácil de ser percorrido pela fé em Jesus Cristo.
São Paulo é um exemplo do poder de Jesus. Conhecemos senão tudo, muitas coisas maravilhosas que Paulo fez não como fosse um anjo eterno, mas como um homem que errou e se converteu e sem deixar de ser humano colocou acima de tudo a missão evangelizadora, a religiosidade e a espiritualidade sincera e indestrutível tornando-se um dos pilares da Igreja.     
“Sede meus imitadores”.. “Observai os que vivem segundo o nosso exemplo e os que vivem segundo os costumes terrenos, apenas, conquistando pessoas pelo estomago”.
Jamais se dispôs que a vida terrena com seus costumes e culturas, não possam fazer parte dos nossos habitats sociais e familiares. Afinal, tudo foi feito para o homem.
Entretanto, a advertência de Paulo é para aqueles materializados  que adotaram o mundo como o único bem do homem, esquecendo que acima de tudo, o que gera e movimenta tudo, é Deus que por Jesus Cristo nos trouxe uma nova aliança. E quem despreza o que vem de Deus, a vivência em oração, a vida sacramental, comportam-se como “inimigos da cruz de Cristo e o fim deles é a perdição”.
Portanto é Jesus Salvador que pelo Pai Criador transforma o nosso corpo corruptível em corpo incorruptível.  De um corpo humilhado num corpo glorificado.
E como São Paulo sente-se feliz por aqueles que adotaram Cristo como caminho, verdade e vida. Paulo faz a sua declaração de amor fraterno demonstrando a sua satisfação quando vê no irmão recompensa como resultado da sua evangelização. “Minha alegria, minha coroa, meus amigos, continuai firmes no Senhor”, é o arremate da sua carta de hoje.

3ª PARTE

Jesus mostrou a Pedro, João e Tiago um pouco a experiência do Céu. A Oração levou Jesus à montanha. La se encontra pela visão apresentada, Moisés e Elias. “O rosto de Jesus mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante”.
Enquanto Jesus orava Pedro e Paulo adormecem. Mas ao despertarem puderam ver e sentir a glória de Jesus.
Podemos imaginar irmãos e irmãs, a beleza daquele lugar e os três apóstolos extasiados com a beleza e paz daquele pequeno pedaço do Céu. O entusiasmo tomou conta deles e Pedro toma a iniciativa de propor:  “Mestre, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. E mais uma vez a revelação que vem do Pai: “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutai o que ele diz!”
Queridos amigos. Vocês já perceberam quantos paraísos temos à nossa disposição para contemplarmos Deus e contarmos com a presença de Jesus?
Experimentem olhar para as estrelas do céu, as montanhas, os pássaros, as flores, a natureza toda enfim e recolha-se no seu silêncio. Experimente entrar numa Igreja e contemplar o Sacrário, as imagens dos santos, a cruz, as velas, as artes estampadas nas janelas, os bancos ... Quem sabe até nem precise orar em palavras bastando permitir que sentimentos floresçam de dentro do seu coração e que a cada batida um pensamento te faça renascer deixando-se levar pela brisa suave do Senhor e estender as mãos para o infinito na certeza de que ela tocara nas mãos de Deus. E perceber que Jesus está ali com suas vestes brancas e brilhantes na Hóstia Consagrada a te  dizer: AQUI VOCÊ ENCONTRA A EXPERIENCIA DO CÉU. E você certamente respónderá: SENHOR, É BOM ESTAR AQUI!
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.
Diac. Narelvi.


[1] Celebrando a Palavra – Fernando Armellini – Ano C, pág. 102

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PALESTRA DE FORMAÇÃO - GUARAQUEÇABA

Fotos da palestra de formação
 "SER CATÓLICO - FÉ E SALVAÇÃO", 
dias 2 e 3 de fevereiro de 2013 - GUARAQUEÇABA PR.













segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

DIGO EITA, CATÓLICOS & CIA.



Diácono Narelvi.

Tenho lido e ouvido críticas até de católicos contra o clero e contra a Igreja por conta da renúncia do Papa. Sei que nem todos são perfeitos, mas o exagero e a injustiça ferem. O que o Sr. Diz?.

Augusta Maria (pseudônimo)

Digo eita, católicos & Cia.
         É verdade, se fizermos busca pelo Google ou acompanharmos as redes sociais encontraremos assuntos e informações interessantes, verdadeiras, educativas, inteligentes, sempre bem-vindas e que muito nos ajudam. Mas também encontraremos asneiras, papagaiadas, parecidas com aqueles programas de TV   abertos ao público tipo “Boca no Trombone”. Mas não são somente nesses. Noutros meios de comunicações também acontecem. Só que nas redes sociais a liberação é total.
          E quando acontecem fatos de repercussão, notadamente como, no momento, a noticia da renuncia do Papa, aí em alguns o instinto intriguento aflora. 
          Em que pese a ausência de credibilidade de alguns comentários maldosos e isolados do que pensa a grande maioria dos cristãos,  feitos por quem se acha especialista em Catolicismo,em Direito Canônico,Teologia e afins não deixa de chamar a atenção e de servir de munição para os anti-católicos. Comentaristas cheios de maledicências aproveitam da oportunidade para dar azo às suas frustrações ou ressentimentos pessoais  para denegrir a imagem da Igreja, do Papa, aproveitam o embalo para lançar duvidas  sobre o Vaticano, aí misturam as pessoas dos fiéis, dos clérigos com insinuações e irreverências, sem poupar ninguém, sem nenhuma ressalva,  como se eles não estivessem cumprindo com seus misteres religiosos e todos fossem comprometidos com alguma falta. . Sabemos e até o Papa bem recentemente falou chamando de hipocrisia religiosa e alertou sobre divisões internas no meio eclesiástico, porém, falou como católico autentico e com sua autoridade sem nenhuma intenção de desonrar a instituição divina católica reconhecidamente como “santa e pecadora”. Falou para corrigir fraternamente, diferente da conduta dos alheios à fé cuja intenção é zoar e por isso falam à toa. E o pior  é que quase com certeza, esses se indagados sobre sua religião responderão “católico!”. São os “católicos” que prejudicam a Igreja Católica, não cumprem suas obrigações religiosas e nada fazem por ela.
Mas afinal, a tribuna é livre. E nesses assuntos resta-nos aproveitar o que presta separar o que for reciclável e jogar fora o lixo.
Mas como disse Jesus: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. Ou sabem!