“Na gruta de Belém, quando nascia Jesus, ali estava a Mãe. Agora, em Pentecostes, quando nascia a Igreja, a mesma Mãe do mesmo Jesus ali estava como Mãe da Igreja. Mais de mil e novecentos anos (hoje mais de dois mil anos) mais tarde, essa mesma Igreja, no Concilio Vaticano II haveria de proclamar Maria a “Mãe da Igreja”. De Pentecostes até o fim dos tempos, com Jesus, com o Espírito Santo, Maria, a Mãe de Jesus de Nazaré, o Cristo, a Mãe da Igreja, estará ao lado de seus filhos, como sempre esteve ao lado do Filho Jesus ... Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós!.
O jeito de Maria de Nazaré
José Ribolla