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sábado, 11 de julho de 2015

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL - 12.07.15

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL – 12.07.15
Dc Narelvi

Há poucos dias a Proposta de Emenda à Constituição – PEC, originariamente Nº 171/1993 com uma nova redação foi aprovada em Primeiro Turno pela Câmara dos Deputados para a redução da maioridade penal para 16 anos para determinados crimes contra a vida.
        Os deputados e partidos contrários procuram derrubar a decisão mediante Mandado de Segurança junto ao STF a pretexto de “inconstitucionalidade e violação regimental”;
        Uma proposta engavetada na Câmara desde o ano de 1993. Ora, se já naquele ano se pensava na redução da maioridade penal, com maior razão ainda agora, depois de vinte e dois anos de lamentáveis experiências.
        Não sei como o STF decidirá. Mas não posso deixar de lembrar que quando foi para permitir o casamento civil entre homossexuais atropelaram a Constituição Federal no seu artigo 226 § 3º.
        Até eu já escrevia em 13/05/13 a respeito da maioridade penal esse respeito conforme está em meu blog http://diacononarelvi.blogspot.com.br/2013/05/reducao-da-maioridade-penal.html
        Renovo o pensamento.
Algo muito triste e tenebroso está acontecendo em nossa sociedade como fruto colhido de uma semeadura desgraçada iniciada há décadas ofuscando valores tradicionais, desprezando a educação moral e o civismo, desclassificando a crença religiosa; as televisões mais poderosas fazendo apologia ao desajuste familiar; a corrupção andando solta; deixando à vontade o tráfico e consumo de drogas; estimulando o consumismo a qualquer custo; plantando a ilusão de que tudo gira em torno da riqueza, luxuria, esplendor estampados nas telas de TVs mostrando “celebridades” com suas mansões, automóveis top de linha, dinheiro fácil; desafios às resistências dos pobres e suas famílias, e assim por diante. E hoje nos deparamos com algo mais terrível ainda, os crimes sendo praticados também por menores de idade.
E aqui entra a polêmica! Como tratar do assunto?
Assusta-nos como esses menores estão se aprofundando na prática dos crimes mais graves como homicídio, assaltos, sequestros, roubos, estupros, etc. e na maioria com requintes de perversidade. Algo precisa ser feito para conter essa onde crescente de formação de menores maus-caracteres. Muitos responderão e defenderão que é resultado justamente dos desvios sociais e culturais que acima expus. Concordo, em termos, mas isto não impede que a questão da maioridade penal venha a ser revista.
Crime é crime, independentemente de qualquer idade. A penalização é que fica na dependência de determinadas circunstâncias de imputabilidade penal ou isenção de pena como, v.g, a legitima defesa, os insanos, os menores que recebem medida diferenciada, porém, nem sempre eficaz.
Basicamente temos que a Constituição Federal de 1988 reduziu para os 18 anos muitos direitos e deveres que antes eram reservados apenas aos maiores de 21 anos; O Código Civil reduziu em janeiro de 2002 a maioridade civil de 21 para 18 anos. A Constituição Federal, no artigo 228, considerou penalmente inimputável os menores de 18 anos.
Vê-se, então, a idade reduzida para 18 anos na CF de 1988 enquanto que em 2002 o Código Civil marchou para a redução da maioridade civil para 18 anos, e a mesma CF 1988 limitou a idade penal para 18 anos. Foram alguns ajustes.
A lei eleitoral e a própria Constituição asseguraram a maioridade política a partir dos 16 anos, quando permitem aos jovens, nessa idade, escolher seus governantes.
Curiosamente, o primeiro Código Penal Brasileiro (Código Imperial de 1830) fixava a maioridade penal em 14 anos.
A questão está na avaliação da capacidade do sujeito de responder ou não pelos crimes que praticar, e de responder pelos atos da vida civil. 
A pergunta que se faz é se hoje, os adolescentes e jovens estarão ou não mais amadurecidos do que os jovens dos anos de 1830, 1988, 2015. Preciso responder?
Exagerando um pouco dizemos que hoje as crianças já nascem sabendo manusear um computador. As pessoas aos 16 anos já têm direito de escolher os governantes; aos 12 anos podem viajar sozinhas dentro do país, desde que autorizada pelos pais e devem ser ouvidas para serem adotadas; aos 14 já podem ser aprendiz com todos os direitos trabalhistas e trabalhar aos 16; a partir dos 16 anos não precisam ser representadas pelos responsáveis em determinados atos da vida civil; podem casar com 16 até antes dos 18 com autorização dos pais, além de outras situações legais parecidas. E até nas condutas pudicas e comportamentais para a idade, “transam”, “ficam”, fazem experiências homossexuais estimuladas pela propaganda, agridem-se fisicamente, fumam e bebem despudoradamente, incorrendo na prática de contravenções penais que as autoridades até deixaram de aplicar.
Ressalvamos que felizmente presenciamos hoje nas diversas faixas etárias desde crianças comportamentos maduros, inteligentes, dedicação ao estudo, ao trabalho, criatividades culturais; excelentes relacionamentos sociais e familiares; responsabilidade nos namoros; dedicação ao esporte e lazer; lideranças nos movimentos sociais, políticos e religiosos, enfim, uma infinidade de condutas meritórias.
Entretanto, paralelamente e agindo contra legem presenciamos adolescentes e jovens cometendo crimes bárbaros, tirando a vida de inocentes, matando, assaltando, roubando, sequestrando, estuprando, vadiando, traficando, desobedecendo, desafiando e batendo em professores e até nos próprios pais, em atos de vandalismos e tantas outras agressões amplamente conhecidas. E tudo isso no maior cinismo, com plena consciência de seus atos, sorrindo e divertindo-se ante o sofrimento das vítimas, em ações próprias ou na maioria das vezes assumindo delitos para acobertar bandidos adultos, seguros de que não responderão pelo crime a não ser, em determinados casos, com a nem sempre eficiente represália do Estatuto da Criança e do Adolescente.
É incontestável que os menores delinquentes, por saberem o que estão fazendo, precisam ser responsabilizados pelos seus atos a partir de uma idade limite. 
A experiência que é um dos maiores critérios, junto com a razoabilidade, que permite entender que a idade de 16 anos seria o limite ideal para chamar à responsabilidade penal dos infratores da lei.
Justificar a manutenção da idade penal de 18 anos sob o argumento de que os menores (até um dia antes de completar 18) não teriam culpa de assim serem devido às falhas nas estruturas educacionais, sociais e familiares não me parece ser totalmente correto. Então, nesses casos, a culpa maior caberia aos governantes que teriam permitido que as coisas chegassem a esse ponto, e os menores que de um dia para outro se transformam em criminosos imputáveis por completarem a maioridade de 18 anos igualmente deveriam ser beneficiados porque também a grande maioria que conta com 18, 25, 40 ou mais anos, passou pelo mesmo crivo da desordem social e familiar, vítimas da sociedade. Lembra-me um humorista que fazia piada perguntando se um produto se tornava imprestável da data do vencimento, um dia antes ou um dia depois.
Podemos até supor que para alguns a resistência contra a redução de idade, possivelmente provenha do temor por seus próprios filhos, sempre olhados como criancinhas indefesas.
Certamente que se educarmos corretamente as crianças desde o inicio, não precisaremos punir os adultos. Mas essa questão às vezes foge do controle das pessoas devido ao ambiente das ruas e a negligencia dos que dirigem o país. Melhorar o ensino público colocando-o no plano da ética e da moral, orientar as famílias para que mantenham seus critérios de educação com sensatez, fazer valer a garantia constitucional que trata dos Direitos, Deveres Individuais e Coletivos, da liberdade religiosa, de expor seus pensamentos e doutrinas, não permitir o abuso e interferência dos meios de comunicações formadoras de opinião fiscalizando-os para que cumpram os princípios dispostos no artigo 221 da Constituição Federal, que são: “I - preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; II - promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; III - regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; IV - respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família”, com toda a certeza farão com que se formem novas consciências de cidadania evitando a desordem social, princípios esses plenamente alcançáveis pelas mentes dos homens com 16 anos de idade. 
A verdade é que os delinquentes menores de 18 anos são tão capazes de entender quanto os da mesma faixa etária do grupo dos que se mantém dentro dos princípios da legalidade. 
A redução da idade penal não se trata de alternativa paliativa para suprir falhas, mas de necessidade de apropriar uma idade compatível com o comportamento humano, seu desenvolvimento psicológico, a sua capacidade para reger seus atos civis e penais, com discernimento sobre o que é certo e o que é errado.
Não é nada agradável tratar desse assunto, mas devemos procurar encontrar as nossas soluções cientes de que a Educação, a Família, a Paz Social somente serão alcançadas plenamente quando o homem se reencontrar com Deus e viver a sua religiosidade com fidelidade cristã.

domingo, 5 de julho de 2015

SEGURA NA MÃO DE DEUS

REFLEXÃO DOMINICAL

14º DOMINGO DO TEMPO COMUM
5.7.15 – Ano B
1ª Leitura - Ez 2,2-5; 2ª Leitura - 2Cor 12,7-10; Evangelho - Mc 6,1-6
SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI

Caríssimos irmãos em Jesus Cristo.

Deus e o profeta Ezequiel:
       
Será que Deus se preocupa com aqueles que O traem?
        Sim. Embora Deus os chame de “cabeça dura”, “coração de pedra”, “bando de rebelde”, não quer perde-los. Por isso prepara um profeta, o Ezequiel. Um espírito o desperta colocando-o de pé, isto é, em posição de quem está pronto para uma missão.
        Ezequiel ouviu a voz de Deus e saiu em busca dos israelitas que haviam se afastado de Deus formando uma “nação rebelde”.
        O interessante é que Deus embora queira todos de volta, deixa transparecer que o importante é que se dê oportunidade a esses para que retornem ao seio do Senhor, mas que, caso não aceitem, usando de uma expressão comum entre nós, diria: “se arrangem”.
          Diz o Senhor, quer te escutem ou não – pois são um bando de rebelde-, o importante é que saibam que você, profeta, este lá.          A época é do Antigo Testamento. Mas como aproveitar do propósito de Deus hoje, no momento em que vivemos, onde praticamente todos foram cristãos católicos e um grande percentual deixou sua fé de origem para agregar a outras seitas ou religiões cristãs e não cristãs? Não serão esses também “cabeças duras” e “rebeldes”?
        Nessa missão de Ezequiel Deus mais ou menos expressa o que acontece hoje, mas num sentido contrário. Hoje os católicos, incluindo padres, quando alguém abandona a religião preferem por omissão dizer: “A vontade é deles, façam como quiserem”, e não se faz nenhuma tentativa para tê-los de volta. Deus de certa forma permitia que os “cabeças duras” do AT o abandonassem, mas não deixava de mandar seus profetas irem atrás para ao menos tentar convence-los a retornarem.
        Se nossa Igreja fizesse essa tentativa e permitisse aos diáconos permanentes e freiras que exercessem seus ministérios nas paróquias com o carisma e entusiasmo que lhes são peculiares, e o sacramento da ordem do diácono, quem sabe muitos nem tivessem abandonado a religião católica, e dos que abandonaram teriam a oportunidade do convite para o retorno à Igreja de Cristo.
São Paulo:
Se eu como diácono sofro pela minha ausência cotidiana do exercício do meu ministério, e algumas vezes a fraqueza toma conta de mim, imaginem, então, dos que querem ajudar e não possuem nenhum ministério.
       A palavra de Paulo vem, então, trazer conforto a todos os que passam por fraquezas ensinando que muitas vezes essa fraqueza faz parte do desafio para uma reação forte na busca das realizações, dos ideais.
      São Paulo testemunha que pediu ao Senhor que o libertasse desse sofrimento não físico, e Deus responde: “'Basta-te a minha graça. Pois é na fraqueza que a força se manifesta”.

        Lembro-me do sermão da montanha: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa” Mt 5,11
        São Paulo, então, fazia da fraqueza sua força de agir. 
        Irmãos e irmãs. Em qualquer circunstância da vida de vocês, não façam da fraqueza motivo de derrota, mas motivo para reagir, lutar, para vencer materialmente nesta vida e assegurar a vitória no Reino dos Céus. Jamais esqueçamos: CRISTO HABITA EM NÓS.
Jesus:
Mateus parece estar complementando Paulo com o Evangelho de Jesus.
O próprio Jesus, na sua terra, foi olhado como qualquer um: “Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Jose, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?' E ficaram escandalizados por causa dele. Todo porque ele falava bem, ensinava com sabedoria, operava milagres.
Jesus reage dizendo: “Um profeta só não é estimado
em sua pátria, entre seus parentes e familiares”, e por isso não conseguiu fazer milagres, embora tenha curado alguns doentes e percebido que faltava naquele lugar a fé.
Sabem, as vezes não são somente os nossos, da nossa cidade que não nos consideram, mas estranhos que se chegam por circunstâncias e passam a liderar os fracos de fé e de personalidade.
O aborrecimento de Cristo foi tanto naquele tempo por aquele episódio que advertiu seus apóstolos: Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele” Mc 6,11.
Contudo, irmãos, o que Jesus quer mesmo é que lutemos, não desanimemos. Aqui ou ali, sempre haverá alguém que te acolha sem que você precise renunciar suas raízes cristãs. “Segura na mão de Deus Segura na mão de Deus. Pois ela, ela te sustentará, sustentará. Não tema segue adiante e não olhes nunca mais para trás. Segura na mão de Deus e vai”.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo
Dc Narelvi

terça-feira, 23 de junho de 2015

TEORIA DE GENERO. UMA TOLICE QUE ENVERGONHA PELO DESPROPÓSITO.


Meu Deus, meus amigos, irmãos cristãos e de todos os segmentos religiosos e da sociedade.

Só podem estar brincando conosco!

Valores éticos e morais que conquistamos há milênios pelos costumes, pelas doutrinas religiosas, por um Deus em quem acreditamos e de quem somos suas criaturas, estão sendo substituídos pelo materialismo e liberalismo infame que parecem estar querendo enfiar goela abaixo dos brasileiros a degradação da “teoria de gênero”, empurrando  a sociedade humana para o caos, destruindo o que a civilização conseguiu, e ainda se acham impunes a críticas.

Certamente que a desordem se espalha, mas para sustentar minha contestação contra a teoria de gênero, devo me ater ao âmago da questão: o ser homem ou mulher.

Como cristãos sabemos que Deus criou o HOMEM e a MULHER: Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o MACHO (homem, masculino) e a FEMEA (mulher, feminino”) Gn 1,27, dotados de genitálias apropriadas à reprodução (veja, por exemplo, Gn 6,19; 7,2.9.16; Ex 12,5;34,19; Lv 1,3; 3,1.6; Dt 7,14). Não somente os seres humanos, mas os animais também.  Temos, portanto, nosso sexo biológico.

Tanto o homem como a mulher, desde sua origem, possui seus traços característicos, principalmente o pênis e a vagina, inclusive os animais.  E mesmo que você defenda a teoria da evolução, o macho e a fêmea tem o sexo identificado do mesmo jeito.

Pois bem! Não existe um terceiro sexo ou sexo neutro, nem mesmo para os homossexuais.

Entretanto, como a rua muitas vezes ensina negativamente, e como nossos representantes parlamentares perdem-se nos embalos da pseudoliberdade democrática e visam a simpatia de grupos, extrapolam os limites da razoabilidade e inventam ou aderem a modismos para implantação de ideias mirabolantes. E o que é pior, querem implantar suas péssimas ideias lá na fonte da formação que é a educação escolar das crianças.

Agora em voga a infame TEORIA DE GENERO que quer substituir de certa forma a palavra “sexo”. 

Pela TEORIA DE GÊNERO, o ser masculino ou feminino não dependeria do sexo biológico, mas do desejo da pessoa que escolheria o sexo. Pode?

Se alguém tem um corpo masculino porque nasceu menino, ou feminino porque nasceu menina, poderia desprezar a sua masculinidade ou feminilidade adquirida na geração, para ser indiferentemente um ou outro. Isto é, cada um escolheria o sexo (gênero) independentemente do seu corpo ser naturalmente masculino ou feminino.  

E o grosseiro dessa escolha é que seria livre para qualquer idade, inclusive com  direito a mudanças sucessivas.  Logo, o agente dessa esquisitice poderia adotar o masculino neste ano, o feminino no próximo ano, e assim passaria a brincar de ser homem ou mulher periodicamente e oficialmente.

Sabemos que quem nasce macho desenvolve-se socialmente, familiarmente, culturalmente, como homem, assim como quem nasce fêmea, como mulher. Portanto, desde criança desenvolvemos naturalmente nossa identidade biológica de homem ou de mulher conforme nosso corpo já anuncia.

Aliás, hoje todas as mães pela ecografia ou exame de sangue consegue identificar o sexo do filho mesmo antes de nascer. Portanto, sexo não é uma questão de escolha, mas da própria geração. E como ficaria se prevalecesse a teoria de gênero? Esses exames perderiam sentido e nunca seriam conclusivos.

Já foi tentado impor essa teoria na educação publica do país através do Plano Nacional de Educação, mas o Congresso Nacional felizmente rejeitou. A objetivo era implantar em todas as redes de educação escolar publica e assim repassado às crianças a ideia de que em principio ninguém seria homem nem mulher, tornando desprezíveis as genitálias como identificadores do masculino ou feminino, fator  que apesar das suas funções reprodutoras, não teriam importância alguma, deixando para que a criança e no seu desenvolvimento evolutivo, escolhesse o que gostaria de ser de acordo com a orientação ou influência sexual que obtivesse na rua ou na escola.

A criança, então, não levaria em conta a sua condição de homem ou mulher pelo pênis ou vagina e demais sinais do corpo, nem pelo que aprendeu de seus pais em casa, ou pela sua personalidade, caráter, mas pelas circunstâncias do momento, embalo, cultura, imitação, e outras informações confusas semeadas na formação da criança pela “educação escolar” que, dependendo da tendência do “educador” poderia induzir a criança a optar por ser “ele” ou “ela” mesmo que conflite com seu sexo biológico e que não tenha tendência homossexual.

Contudo, mesmo que rejeitada pelo Congresso no âmbito nacional, os Estados e os Municípios são independentes para fazerem constar nos seus Planos de Educação.

Daí a necessidade de vigilância para que esse imbróglio não venha a ser implantado pelos nossos legisladores estaduais e municipais.

É uma estupidez o que se pretende fazer com a teoria de gênero que além de completamente fora da realidade humana, é mais um passo para a ruína da família e da dignidade do ser humano.

A educação sexual e até auxilio sobre eventual tendência homossexualista deve ser tarefa dos pais, da família, que tem o direito primordial de orientar segundo seus princípios éticos, religiosos e valores, com o auxilio da ciência se preciso for, e não do Estado interferindo no sagrado direito e respeito familiar.

A sociedade como um todo, naqueles que são contrários a essa ideia mirabolante, a família e principalmente às religiões cristãs, devem assumir uma posição clara e orientar seus membros para que compreendam o quanto prejudicial é a teoria de gênero.

Parabéns aos que leram e se interessaram pelo assunto, e querem preservar a natureza masculina e feminina do ser humano conforme sua origem. Parabéns aos políticos que nos representam nos Legislativos que estão votando CONTRA a inclusão da teoria de gênero nos Planos de Educação. 
Dc Narelvi

sábado, 13 de junho de 2015

ACONTECEU NA PARADA GAY - 7.6.15


Desrespeito a Cristo e exibição sexual na parada gay é a maior ignomínia a que um ser humano pode chegar.

Os homossexuais apesar de terem assegurados seus direitos como cidadãos, foram brindados com uma lei especial que desmoderadamente transformou-os em pessoas como se fossem imunes.  Até aí, tudo bem apesar de que gostos e sentimentos não são guiados por lei. Ninguém ama na forma da lei, ninguém acha alguém feio ou bonito na forma da lei... Logo, a lei não muda sentimentos nem gostos, mas estabelece regras de condutas.  Portanto, quem achar por questão de personalidade ou motivação religiosa que a pratica do homossexualismo é inconveniente tem o direito de continuar pensando assim, com a única ressalva do respeito às pessoas dos homossexuais como cidadãos.
         Só que agora não basta ser, tem que mostrar que é, e mais um grupo de passeata ou “parada gay” ocupa espaços nas ruas.  
Sinceramente não vejo necessidade de recorreram a movimentos, mas são livres para fazê-los, embora como resultado prático sobressai comportamentos que desvirtuam o respeito humano de si mesmos e de ouros parceiros.
         Refiro-me particularmente àqueles gays que perderam a vergonha e todos os demais valores da vida como os princípios éticos e religiosos que aprenderam de seus pais, dos professores, e nas Sagradas Escrituras.
        Refiro-me às condutas daqueles gays que desceram ao nível mais baixo dos baixos níveis, abaixo do “C” do cachorro conforme expressão popular, ao extravasarem seus instintos bestiais contra DEUS, pois que para os Cristãos, Jesus é Deus. Atrevo-me a dizer que talvez a humilhação que causaram a Jesus na passeata cujas imagens chocaram o Brasil e o mundo e provocam nojo, deve ter doido em Jesus mais do que o sofrimento pelo qual passou na sua Paixão ao usarem a cruz para divertimentos homossexuais. Foi de uma Cruz que Jesus pediu ao Pai: “PAI, PERDOA-LHES PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM” (Lc 23,34). Fico a pensar se Jesus faria esse pedido em favor desses gays porque esses gays sabiam o que estavam fazendo.
        Esses repugnantes não levaram em conta que a população brasileira na maciça maioria é cristã. Que seus pais biológicos são cristãos. Que a maioria dos gays é cristã e até frequentam igrejas.
        Aplica-se bem àqueles manifestantes anticristo e mal educados o que disse São Paulo: A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina”. (I Co 1, 18). Enquanto pela virtude da cruz a inimizade se aniquila e os povos se unem (Ef 2,16), aqueles gays usaram da cruz para implantar o ódio.
        Católicos, Evangélicos e de outras crenças foram atingidos por essa violência conscientemente imbecil. E são coniventes todos os que direta ou indiretamente colaboraram ou participaram desse evento sem nada repudiar, sejam homossexuais ou heterossexuais, patrocinadores ou autoridades policiais que não reprimiram com prisão os autores do atentado ao pudor, da ofensa a fé e a crença.
Intolerância religiosa é crime de ódio que fere a dignidade.
Parabéns ao deputado Rogerio Rosso que pretende apresentar projeto de lei considerando “Cristofobia” crime hediondo, adequando o art. 208 do Código Penal que trata dos Crimes contra o Sentimento Religioso, e protegido pela Constituição Federal. E mais do que isto, porque atitudes como essas ofendem a mim, a todos os cristãos, e o próprio Deus.
        Caros homossexuais. Desse jeito nenhuma lei fará conquistar o respeito pelas ideias que vocês tanto defendem.  Posicionem–se contra esses deturpadores para que não manchem as reputações dos homossexuais de boa índole. 
        Brasileiros desta terra que nasceu sob a luz de Cristo e da Cruz, e que quer um futuro digno aos seus filhos, respeito à nação, fraternidade entre os povos, principalmente à religião, REAJAM contra todo e qualquer abuso ao estado de direito e principalmente contra nossos princípios cristãos.
Jesus e a Cruz, caminhos inseparáveis da redenção.
Dc Narelvi

quinta-feira, 4 de junho de 2015

CORPUS CHRISTI - 2015



 Mesmo não sendo domingo coloco como
REFLEXÃO DOMINICAL - 5ª feira - 04.06.2015 - Ano B

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo Tempo Comum


 Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.
1ª PARTE

Em certa ocasião na minha cidade, passava a procissão do Senhor Morto. Uma beata evangélica, em tom de deboche comentou: “Enquanto eles vão atrás do Cristo morto, vou para a minha igreja para ver o Cristo vivo”.
Teria sentido se ela entendesse melhor a lição da bíblia, os costumes da Igreja e o sentido da devoção, e não permanecesse na decoreba repetitiva. Mal sabia ela que Cristo vivo, verdadeiro, não simbólico encontra-se em todos os momentos todas as vezes em que se celebra a Missa, na Consagração, e somente nas Igrejas Católicas. Fora disso, a presença de Jesus pode estar espiritualmente em todos os lugares por onde ele é aceito, mas não tão proximo como na Eucaristia.  
O Evangelho de hoje, narrado por Marcos não deixa dúvida da presença de Cristo na Eucaristia.
Primeiro Jesus mandou escolher um lugar especial: “Ide à cidade. Vocês encontrarão um homem carregando um jarro de água que viera ao vosso encontro. Segui-o e dizei ao dono da casa em que ele entrar. Perguntaram por uma sala no andar de cima, uma grande sala, arrumada com almofadas. Ali fareis os preparativos para nós!”
Vejam, não era um lugar qualquer, mas um ambiente muito especial e bem arrumado. Um belo local.  Não era mais aquela estrebaria onde ele nasceu.
         Reunidos em torno da mesa com seus discípulos Jesus prepara a Eucaristia: “Tomai, isto é o meu corpo”.Em seguida, tomou o cálice, deu graças, entregou-lhes e todos beberam dele.  Jesus lhes disse: “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos”. Nada de simbólico. Tudo verdadeiro.
         Hoje, meus irmãos, temos o melhor lugar do mundo para essa Ceia Eucarística: A Igreja, o Altar  e o Sacrário. E sobre o Altar, somente os Bispos e os presbíteros católicos estão revestidos da pessoa de Cristo para fazer com que o pão e o vinho se tornem o Corpo e o Sangue de Cristo (transubstanciação). Respeitosamente, qualquer outra ceia em outros lugares que façam, não passam de simples ceias simbólicas, pois que Cristo não estará lá presente em corpo, alma e divindade, mesmo que - não se nega -  possa estar.
         Portanto, meus irmãos, como aconteceu todos os dias desde a instituição da Eucaristia, o “nosso” Cristo não é morto, mas um Deus e Homem vivo e verdadeiro que nós o recebemos em comunhão. Que bênção maravilhosa!
         Muitíssimo justo, portanto, que a Igreja passasse a dedicar um dia especial para a manifestação dessa glória publicamente, caminhando pelas ruas com o Cristo Eucarístico. Com o Corpo de Deus. Justo e belo também o costume de se enfeitar as ruas da melhor maneira possível, pois é o Cristo Rei que é conduzido pelos Povo de Deus, É o NOSSO DEUS!

Louvado seja N.S.Jesus Cristo
Diac. Narelvi

2ª PARTE

Um pouco da história:
“A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.
A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil:

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
Texto: Canção Nova
http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/christi/17.htm
“O dia do Corpo de Deus é uma exultação popular à Eucaristia, sendo manifestada no 60° dia após a Páscoa e forçosamente uma quinta-feira, fazendo assim a união íntima com a Última Ceia de quinta-feira Santa, daí o seu carácter de feriado móvel”.

domingo, 31 de maio de 2015

SANTISSIMA TRINDADE 2015

REFLEXÃO DOMINICAL – 31.5.2015

SANTISSIMA TRINDADE – 2015
1ª LEITURA - DT 4,32-34.39-40; 2ª LEITURA - RM 8,14-17;
EVANGELHO - MT 28,16-20

        Mais uma festividade que alegra os corações dos crentes cristãos católicos. O mistério da Santíssima Trindade, crença NUM ÚNICO DEUS EM TRÊS PESSOAS que a Igreja Católica assegurou pelo seu Magistério como verdade revelada desde as origens da raiz da fé vivida pela Igreja, principalmente através do Batismo.
       Não professamos três deuses, mas um só Deus. As pessoas divinas não dividem entre si a única divindade, mas cada uma delas é Deus por inteiro. A Unidade divina é Trina.
            Nas saudações das celebrações já o presidente dirige-se aos fiéis: “A GRAÇA DO SENHOR JESUS CRISTO, O AMOR DE DEUS E A COMUNHÃO DO ESPÍRITO SANTO ESTEJAM COM TODOS VOCÊS” (2 Co 13,13; 1 Cor 12,4-6; Ef 4,4-6), e no sinal da cruz: “EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO” que todos os católicos fazem, já professamos nossa fé no DEUS TRINO e não nos envergonhamos de demonstrar traçando na direção da fronte ao peito e do ombro direito ao esquerdo a cruz. É O SINAL DO CRISTÃO.
            Podemos dizer que na Trindade única, é como se cada um tivesse uma função: o PAI é o criador, o FILHO é o salvador, e o ESPÍRITO SANTO o Santificador.
    “... que Ele é o Pai que criou o universo e que o governa com sabedoria e amor; cremos que Ele não permaneceu no Céu, mas na sua Imagem o Filho, ele veio para este mundo e se fez um de nós; cremos que Ele realiza o seu projeto de amor com a sua força, o Espírito” [1]. São as “funções da Trindade do Pai, Filho e o Espírito Santo CUJA CRENÇA TODAS AS RELIGIÕES CRISTÃS DEVEM À IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA QUE ASSIM CONFIRMOU NOS PRIMEIROS SÉCULOS COM A AJUDA DOS CONCÍLIOS ECUMÊNICOS DE NICÉIA (325) E CONSTANTINOPLA (381)[2] E SANTOS PADRES.
            Moisés nos faz encantar  com a TRINDADE. Ele desafia os incrédulos e quem mais quiser saber, mandando perguntar aos povos que nos antecederam desde a criação, aos quatro cantos do mundo se ouve algum acontecimento semelhante a esse do nosso Deus que fala do meio do fogo e de qualquer lugar ou situação. Deus está presente aos nossos próprios olhos e o gravamos em nossos corações como o único Senhor lá em cima do céu e cá embaixo da terra. E recomenda: GRAVA EM TEU CORAÇÃO QUE NÃO HÁ OUTRO IGUAL A ELE. E quem guardar os seus mandamentos e se põe como filho terá a garantia de uma vida plena de felicidade[3].[4]

             São Paulo ensina, então, que aqueles que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus SÃO FILHOS DE DEUS. Deus entra em nossa vida porque é nosso PAI e CRIADOR e não nos faz escravos do medo. Impossível ao que crer ceder ao medo se tem como força interior a Santíssima Trindade.
            Devido a Trindade somos levados ao grau de herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. Quanta honraria e motivo de certeza da nossa unidade com Deus.

O Evangelho segundo Mateus comprova que nós católicos estamos seguros do caminho certo em nossa religiosidade porque somos abrigados por um templo muito mais soberano do que qualquer outro que está por aí criados pelas mãos dos homens renegados do catolicismo, porque junto com Jesus Cristo, onze discípulos foram se encontrar com Ele na Galiléia e foi para eles que Jesus falou: 'TODA A AUTORIDADE ME FOI DADA NO CÉU E SOBRE A TERRA.  PORTANTO, IDE E FAZEI DISCÍPULOS MEUS TODOS OS POVOS, BATIZANDO-OS EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO, E ENSINANDO-OS A OBSERVAR TUDO O QUE VOS ORDENEI! EIS QUE EU ESTAREI CONVOSCO TODOS OS DIAS, ATÉ AO FIM DO MUNDO'.
Essa ordem de Jesus com autoridade transmitida aos apóstolos e sucessores, nos dá a certeza da religião certa, da fé insubstituível, pela sucessão apostólica que nos une há mais de dois mil anos e conta com a garantia da proteção e presença de Jesus até o final dos tempos.

            Para que possamos servir de exemplo e testemunho da verdade, para que a paz governe a nossa vida, para que tenhamos a força de verdadeiros missionários de Cristo, inclusive orando pelos que abandonaram a Igreja de Cristo,  invoquemos:
            Santíssima Trindade, que sois um só Deus, - Ajudai-nos;
Santíssima Trindade, que sois um só deus, tende piedade de nós.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo
Diac. Narelvi



[1] Celebrando a Palavra – Ano C, pag. 205 – Fernando Armellini
[2] Pergunte e Responderemos – 1991, pag. 11
[3] Celebrando a Palavra – Ano C, pag. 205 – Fernando Armellini
[4] Pergunte e Responderemos – 1991, pag. 11

domingo, 24 de maio de 2015

PENTECOSTES

Reflexão dominical
PENTECOSTES – 23.05.15 – Ano B
At 2,1-11; 1Cor 12,3b-7.12-13; Jo 20,19-23
       
Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.

1ª PARTE
         Hoje é dia de cantar “Parabéns a Você” à Igreja Católica, Apostólica, Romana.
         Foi lá, naquele dia em que se cumpriu a promessa de Jesus da vinda do Espírito Santo que nasceu oficialmente a Igreja fundada por Jesus.
        Deus criou tudo, Jesus veio trazer a Salvação e os homens chamados disseram sim e juntaram-se a Ele. Os apóstolos tinham um chefe, Pedro. Estava formada a Igreja. Faltava descer sobre ela o Espírito Santo.
         Da ressurreição até a Ascensão de Jesus, quarenta dias. Mais dez de retiro no cenáculo até a descida do Espírito Santo, igual a cinquenta dias. Daí o termo Pentecostes que é de origem grega, e o significado é quinquagésimo, ou cinquenta dias.
         Obedientes e confiantes, depois que Jesus subiu ao Céu, os Apóstolos e também Maria permaneceram no cenáculo, fechados e com medo dos judeus, mas em oração como crentes sinceros dessa nova Igreja que se formava. Nove dias e noites, e no décimo dia o prometido Espírito Santo desce sobre todos eles e em Maria também. Alegria! Alegria!
         Aí, então, acontece o encorajamento dos apóstolos e discípulos que após um barulho vindo do céu como se fosse uma forte ventania encheu o cenáculo e línguas de fogo pousaram sobre cada um deles. Era o sinal do Espírito Santo. Desapareceram os medos. Saíram e foram proclamar o Reino sem receio algum. Muitos dos que estavam em Jerusalém foram atraídos pelo barulho e uniram-se aos missionários do Espírito Santo e mesmo sendo os ouvintes pessoas de diversas regiões falando línguas diferentes, entendiam perfeitamente as mensagens dos corajosos e fiéis apóstolos. E maravilhados começaram a formar a primeira comunidade da Igreja Cristã que veio a ser chamada de Católica, Apostólica, Romana, séculos depois.

2ª PARTE
             São Paulo, na sua carta aos Coríntios, ensina que ninguém pode se julgar de Jesus, viver os seus ensinamentos e sua Igreja, a não ser por obra do Espírito Santo.
         E fala nos dons.
         Quantos de nós fugimos das nossas responsabilidades cristãs católicas usando do subterfúgio de que não sabemos o que fazer. Mas os dons que nos são dados não deixam ninguém fora do contexto dos servidores de Cristo.
         Cada um sabe e pode fazer alguma coisa, e todos são importantes. Na Igreja existe espaço para todos. Os ministérios, as atividades, são diferentes mas um mesmo é o Espírito. Por isso formamos um só corpo como Igreja e como Filhos de Deus.

3ª PARTE
         Era um domingo. Jesus chega onde estavam os apóstolos, discípulos e Maria e colocando-se no meio deles para indicar que Jesus é o centro de tudo, com a voz de quem é a própria paz, a primeira coisa que diz é: “A PAZ ESTEJA CONVOSCO”.
         E acontece a maior outorga de poderes divinos que se possa imaginar, que é o poder de representar Jesus aqui na terra. “Como o pai me enviou, também eu vos envio”. “RECEBEI  O ESPÍRITO SANTO. A QUEM PERDOARDES OS PECADOS, ELES LHES SERÃO PERDOADOS; A QUEM OS NÃO PERDOARDES, ELES LHES SERÃO RETIDOS”.
         Foi como conceder uma procuração. Sob a luz do Espírito Santo, os Apóstolos, nossos primeiros bispos, receberam toda a autoridade de Jesus que transferiu o envio que recebeu do Pai para eles, apóstolos. E até para perdoar pecados.
Irmãos e irmãs. O tempo é próprio para nos encorajarmos religiosamente e espiritualmente falando. Não apenas o povo leigo em geral, mas também os ministros ordenados que dirigem a Igreja busquem nesta solenidade algo mais na sua vida religiosa fazendo dela uma fraternidade constante, abrindo espaços na sua paróquia para que todos possam exercer seus dons, para que não haja disputa de atribuições clericais, e que Jesus seja o centro das atenções e focado mais do que todos no presbitério e em toda a  nave da Igreja. Que os irmãos sentem lado a lado uns dos outros e escutem a Palavra de Deus com a mesma alegria e aceitação como aquela que aconteceu lá em Jerusalém.
Falamos em renovar a Igreja. Mas na verdade nós é que precisamos de renovação e isso acontecendo teremos uma nova Igreja.
Que o Espírito Santo desça sobre todos nós e que o espírito evangélico que existe em nós nos anime para viver e anunciar Jesus!  
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.
Com Jesus e Maria.

Diac. Narelvi