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quinta-feira, 21 de maio de 2015

A CULPA SEMPRE É DO DIABO?

Comentário feito por mim no facbook:

Verdade, filho. Da a impressão de que Deus criou o diabo para destruir o homem. Não é verdade. O Diabo na sua origem era anjo, e os anjos foram criados por Deus e bons. So que parte deles, liderados por Lucifer, rebelou-se contra DEUS e desde então estão, aí sim, tentando os homens a praticarem o mal. Mas o diabo não é poderoso, pelo menos não mais do que Deus e do que os homens que oram e temem e respeitam Deus.
Doutrinas existem que pregam mais o demônio do que o próprio Deus e então, pessoas fracassadas, culpam o diabo em tudo. Vivem à custa do demônio. Até se der uma topada no dedo, ficar doente, beber, ou se se for infiel nas coisas sagradas, la vai a culpa no diabo. O diabo tenta? Sim! Mas muitos erros e pecados provem da leviandade do próprio homem, infiel a Deus e aos ensinamentos de Jesus. Ai o diabo se aproveita, pois ele é oportunista. Garanto: Eu não tenho medo do diabo, pois sou servo de Jesus e conto com sua proteção. - Dc Narelvi.

domingo, 17 de maio de 2015

ASCENSÃO DO SENHOR JESUS

REFLEXÃO DOMINICAL
17.05.2015 – Ano B
1ª Leitura - At 1,1-11; 2ª Leitura - Ef 1,17-23; Evangelho - Mc 16,15-20
Ascensão do Senhor
Amigos e irmãos em Jesus Cristo.

Que sentido terá pra você a Ascensão do Senhor?

Lucas é o escritor dos Atos dos Apóstolos e neste primeiro capítulo ele se dirige a Teófilo. É um livro da história do inicio da Igreja e do que fizeram os apóstolos.

Lucas recorda que no seu primeiro livro (ou o outro, ou o Evangelho) já havia ensinado sobre Jesus, desde o começo até que ensinou os apóstolos, os assegurou com o Espírito Santo, tudo o que era necessário deixou aos apóstolos, e voltou para o Céu.

Jesus sendo Deus, não foi “levado” para o céu, mas subiu ao Céu movido pela sua própria força divina, E maravilhosamente, testemunhado pelos apóstolos e falam as escrituras em outras 120 pessoas significando muita gente. Essa ascensão deu-se 40 dias depois da ressurreição.

Podemos imaginar irmãos e irmãos, quão sublime foi aquele momento, olhando Jesus subindo para o infinito até desaparecer nas nuvens como se elas fossem as portas do céu.

E as pessoas continuavam lá, olhando para cima num misto de espanto e de felicidade até que dois homens (anjos) passando por ali disseram a eles Homens da Galileia, por que ficais aqui, parados, olhando para o céu? Esse Jesus que vos foi levado para o céu, virá do mesmo modo como o vistes partir para o céu”.

Sim, irmãos. Aconteceu para eles justamente o que precisa acontecer conosco.
Jesus já é realidade. Já nasceu de Maria, Deus encarnado, cumpriu sua missão, escolheu os apóstolos, instituiu sua Igreja, já ressuscitou, e já voltou ao Céu onde sempre foi seu lugar.

Será que muitos de nós não estão parados no tempo, como paralisados estavam aquelas testemunhas da ascensão, olhando para cima?

Será que também nós não estamos precisando que algum anjo espiritual ou anjo vivo daqui da terra nos de um esbarrão e advirta: Saiam desse estado de estagnação mergulhados na distração quase hipnotizante pela visão esplendorosa de mais uma das vitórias de Cristo voltando a Reinar dos Céus?

São Paulo interpreta bem dizendo que Jesus esta ressuscitado, à direita no Céu, acima de qualquer autoridade como o maior da terra e do Céu, no comando deste mundo presente e  futuro no Reino dos Céus porque Jesus é a cabeça da Igreja e a Igreja é seu corpo, e aqui encontramo-nos sob a cabeça de Cristo e Corpo da Igreja preparando-nos religiosamente, espiritualmente, para um dia nos encontrarmos com Jesus na sua grande Casa Celestial.  

Mas irmãos, é preciso sair daquele estado de ânimo como em sonho, e retornar para a realidade da vida que continua.

Não teria sentido Jesus ter passado por tudo o que passou, simplesmente para que os homens continuassem apenas olhando para cima como se a chave da nossa vida fosse desligada.

Jesus deixou tarefas conforme o Evangelho de Marcos. Tarefas ministeriais aos seus escolhidos para a direção da Igreja como “Ide pelo mundo inteiro, pregai o Evangelho a toda criatura” que acrescentadas a outras ordens compreendendo as celebrações das Missas, dos Sacramentos, dos Sacramentais, da confissão dos pecados, e com a participação dos fiéis que compõem o rebanho do Povo de Deus, assumindo as pastorais, devoções, ensinamentos, catequeses, exemplos, testemunhos, orações, trabalho pelas vocações principalmente sacerdotais e diaconais, enfim, ministros ordenados,  discípulos leigos, e todos os homens que foram fortalecidos pelo batismo e alimentados pela Eucaristia assumindo o mesmo serviço de Cristo com o maior dos objetivos de amar a Deus e ao próximo, e tornar este mundo melhor, livre de todas as maldades que vem tomando conta com tanta perversidade, religiões empresariais, com formação de rebanhos sob lideranças  que certamente escandalizam,  entristecem e fazem  Jesus Cristo sentir-se traído.

Os erros que prejudicam a humanidade em todos os sentidos são decorrentes da falta de Deus nos corações de muitos homens que ainda continuam parados na vida, simplesmente olhando para cima.

Por Vossa mansidão divina, renovai a face da terra e reinai em nossos corações.

Dc Narelvi

quinta-feira, 14 de maio de 2015

“Desculpe, mas existe um erro ai, Jesus Cristo fundou uma igreja sem nome, sem idolatria, sem culto a santos e sem missa. Portanto, não creio em hipótese alguma que ele tenha fundado a Igreja Católica, Apostólica, Romana. Ele nunca foi de Roma, era judeu” Anonimo.

RESPOSTA:
Boa noite. Obrigado pela intervenção e espero que você leia. Obrigado pela forma educada do comentário.  Respondo em partes devido ao espaço para comentário:

1. Jesus fundou uma igreja sem nome.
             Concordo que Jesus fundou uma Igreja sem nome.  Mas para entender de religião é preciso mais do que ler a bíblia pinçando uma palavrinha aqui, outra acolá. Precisa de teologia, de exegese bíblia, de uma boa catequese, história, tradição, e vontade de buscar a verdade.
            Bem, na verdade Jesus não veio a este mundo com a missão de “fundar” uma igreja, uma religião. Nem a católica e menos ainda dos protestantes.
            Sua Missão foi salvar a humanidade. Por isso Deus se fez homem em Jesus Cristo como o Messias, o Salvador. E para sua missão escolheu primeiramente os doze apóstolos e fez diversos discípulos.
Mas Jesus escolheu primeiro os doze apóstolos, por quê?
Somente para tê-los como amigos, companheiros? Não! Jesus os instruiu e concedeu-lhes poderes para que dessem continuidade à sua obra. E os apóstolos deram prosseguimento por sucessão (apostólica), senão a igreja já teria desaparecida nos primeiros séculos com as mortes dos doze apóstolos.  
Veja, numa pequena amostragem bíblica, o que Jesus disse aos apóstolos:
Jo 20, 21-23. “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. 22. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.
Mt 16, 18-19; 28 18-20: “Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”; “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.
A Igreja está fundada na reunião de pessoas. Como essas pessoas eram CRISTÃS, elas eram chamadas simplesmente de CRISTÃOS, isto é, seguidores de Cristo. Então, se no inicio não havia um nome próprio, eram conhecidas como Cristãos. Podemos, então, aceitar que o nome da Igreja fundada por Jesus era IGREJA CRISTÃ simplesmente.

2. Sem idolatria.
             Perfeitamente!
 3. Sem culto aos santos.
             Primeiro você não pode esperar encontrar na bíblia um receituário de regras de tudo o que se possa imaginar existir na terra. Na bíblia não diz como se celebra a Missa, nem os cultos protestantes, ou como se ganha dinheiro (embora alguns protestantes deem prioridade ao evangelho da prosperidade), se você vai ser engenheiro, casado, solteiro, honesto ou desonesto etc. etc.
            É preciso, então ter discernimento e aprender com quem tem autoridade para ensinar.
            Jesus não trouxe consigo, a tiracolo, os santos, mas ensinou como ser santo. Por isso somos todos chamados à santidade. Eu e você também!
            Santos são todos aqueles que viveram no amor de Cristo e morreram perseverando na fé. Logo, todos os que estão no céu, SÃO SANTOS.
            “Cristo aperfeiçoou os ensinamentos do Antigo Testamento, e abriu para nós o reino dos céus, o Paraíso (Lc 23, 43)”. 
 “A devoção ou culto dos Santos, como é praticado na Igreja Católica e teve sua origem na Igreja Primitiva ou Apostólica, que era dirigida, ou pelos Apóstolos diretamente, ou pelos santos Bispos que os Apóstolos mesmos estabeleceram para substituí-los, e não tardiamente, no século IV, como falsamente pretendem os protestantes”.
            Portanto, o culto aos santos existe porque sabemos por doutrina de fé, ensinamentos bíblicos, magistério da Igreja e tantos outros ensinamentos, e também todos os que acreditam na santificação dos justos sabem, que estando eles no Céu merecem nosso culto de louvor porque eles são exemplos, testemunhas de cristo, e intercessores junto a Jesus.
“Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. (Sabedoria 3,1)”.
“Em Lucas 16,19-51, na parábola do rico e do pobre Lázaro, Jesus apresenta a sobrevivência consciente tanto dos justos como dos injustos.”
“A morte para os cristãos é o encontro com Cristo, como nos diz São Paulo (II Cor 5,1)”.
“Os mortos são seres conscientes para os cristãos (I Pe 3, 18-19; 4, 6)”  - “Com a morte somos julgados imediatamente (Hb 9,27) ( RM 14,10) (II Cor 5, 10) e vamos para o céu ou para o inferno (Lc23,42), (Mt 25,34), (Mt 25,41)”. 
Aliás, ser santo não significa ser leitor ou decorador da bíblia, nem simplesmente batizado, mas “perseverar na fé, dando testemunho, como nos diz a própria escritura: ”Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor”! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. (Mt 7,21)” 
Bem, de qualquer forma você aceita a existência do santo (triste seria se não aceitasse).
Prestamos culto aos santos como agradecimento, memória, amor, e também pedimos a intercessão: “Os santos podem interceder por nós, e são nossos mediadores, pois quem ora pelo outro está sendo mediador entre o outro e Deus (Dt 5, 5), (Jer 15, 1 ss), um exemplo claro disso, vemos nos Atos dos Apóstolos, como Deus fazia milagres pela mediação de São Paulo: 11 E Deus pelas mãos de Paulo fazia milagres extraordinários, 12 de sorte que lenços e aventais eram levados do seu corpo aos enfermos, e as doenças os deixavam e saíam deles os espíritos malignos. " (At 18,11-12).
"Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações e intercessões e ações de graça em favor de todos os homens"  (I Timóteo 2:1), se podemos orar em vida, também podemos orar na presença do senhor após a morte (Fl 1, 21, 23), (II Mac 15,12-15), (Lc 16, 19 e ss), (Lc 20, 37-38), (Apoc 6,9-11), (Apoc 8,3-4)”.
Até na parábola do rico avarento, Jesus nos mostrou a possibilidade dessa intercessão (Lc 16, 19 e ss), em que o homem rico, já falecido intercede por seus parentes em vida.
Naturalmente que nem tudo está escrito na bíblia e nem tudo Jesus falou aos apóstolos. Por isso mandou o Espírito Santo. Por isso com os apóstolos fundou sua Igreja que mais tarde passou a ser chamada de CATÓLICA APOSTOLICA ROMANA, no ano de 1516, na REFORMA PROTESTANTE.
“Entre o culto que prestamos a Deus e o culto que prestamos aos Santos há esta diferença: que a Deus adoramo-Lo pela sua infinita excelência, ao passo que aos Santos não os adoramos, mas só os honramos e veneramos como amigos de Deus e nossos intercessores junto dEle”
Portanto, irmão, não podemos dizer que Jesus fundou sua Igreja sem permitir aos cristãos que prestassem culto aos santos. Aliás, somente não presta culto aos santos quem não tem santos no Céu. Nós temos!

4. Sem missa.
             Irmão querido. A Missa esta intrinsecamente ligada a Cristo. Missa é Eucaristia, uma celebração Eucarística. A primeira Missa foi celebrada pelo próprio Jesus quando instituiu a Eucaristia. Ele disse: “Isto é meu corpo, isto é meu sangue, fazei isto em memoria de mim”. Até hoje, o celebrante da Missa é o próprio Cristo na pessoa do bispo ou do padre.
            E os apóstolos obedeceram celebrando a missa não como ela é hoje com seus rituais, pois que a missa se resume somente na CONSAGRAÇÃO. O que vem antes e depois apenas enriquecem a devoção e passaram a fazer parte da Missa.
Os Apóstolos não celebravam a Eucaristia? Não liam e pregavam as Escrituras nas grutas, nas casas, e até escondidos? Não cantavam nem louvavam?
            Diga-me uma coisa: Jesus quando fundou a Igreja, fundou o “culto evangélico?” Claro que não porque Ele não fundou nenhuma Igreja Evangélica (Protestante), que foram fundadas por homens na maioria renegados católicos, somente depois de mais de 1.500 anos de catolicismo.   

5. Jesus nunca foi de Roma, era judeu.
             Alguém, alguma vez, disse pra você que Jesus era Romano? Certamente que Jesus éra Judeu. Todo o mundo sabe.
            A Igreja cristã (católica) foi fundada em Jerusalém no ano 30, e somente porque Pedro foi para Roma e era o chefe da Igreja (Papa) a Igreja Cristã passou a ser chamada de CATOLICA (porque é universal), APÓSTOLICA (porque vem dos apóstolos) e ROMANA porque com São Pedro instalou-se em Roma.   
            Espero tê-lo ajudado. Grato.
Ó Jesus, com todo meu coração eu me uno a Vós.


Dc Narelvi

domingo, 10 de maio de 2015

COMO O PAI ME AMA, ASSIM TAMBÉM EU VOS AMO.

REFLEXÃO DOMINICAL
6º DOMINGO DA PÁSCOA – ANO B – 10.05.15
1ª Leitura - At 10,25-26.34-35.44-48
2ª Leitura - 1Jo 4,7-10
Evangelho - Jo 15,9-17
COMO MEU PAI ME AMA, ASSIM TAMBÉM EU VOS AMO.
Amigos e irmãos em Jesus Cristo.

A tônica dos ensinamentos de Deus é o amor. E já de inicio me pergunto: E se o homem fosse fruto de uma forma de evolução sem a intervenção de Deus, o amor existiria? Com certeza não!

O simples fato de termos sido criados por Deus, já nos torna intrinsicamente amor porque foi com o seu sopro que recebemos o dom da vida já impregnado da essência apaixonada do Senhor.

O Espírito Santo está em nós assim como o amor. A questão está em fazer desabrochar essas graças maravilhosas que estão a espera das nossas próprias iniciativas: Ou fazemos uso dessas benécias divinas e nos tornamos amigos e irmãos de todos, ou as sufocamos e nos tornamos homens perversos.

Das religiões monoteístas somos privilegiados porque a promessa do Messias já se realizou, e em Jesus Cristo testemunhamos a revelação de Deus.

E no Evangelho de João ouvimos de Jesus a dimensão do amor: Como meu Pai me amou,  assim também eu vos amei.” E em sendo imensurável o amor do Pai sobre o Filho, e se o Filho nos ama com a mesma força, que bênção maravilhosa sermos assim amados por Deus.

Isto nos coloca em igualdade. No Ato dos Apóstolos Pedro confirma que Deus não faz distinção entre pessoas. Ama a todos igualmente e quer que assim nos amemos uns aos outros também. Contudo, a recompensa do amor está na reciprocidade e ressalva que Deus aceita aqueles que o temem e praticam a justiça.

Contudo, uma realidade esta no ar: cristãos em famílias desestruturadas, em sociedades corruptas, adolescentes e jovens suicidando-se nas drogas, não se preparam para o casamento, desrespeitam os pais, católicos esquecendo-se das suas obrigações devocionais, renegando a fé trocando-a por outras religiões, descomprometimento com a civilidade e civismo, com a moral e a ética, abortos, e uma lista enorme de abomináveis atos de crueldades contra a vida, numa total falta de amor ou vivendo um amor hipócrita. Irmãos e irmãos. Sãos desvios que a própria cultura pode levar.

Mas essas exceções são levantadas não com o espirito derrotista, mas como alerta, um chamado para que se busque em Jesus Cristo a direção que leva à paz.

Afinal, Jesus disse: Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça.” Por isso AMAR deve ser o lema do cristão, que não deve calar mas proclamar o bem, o evangelho, pois fomos designados para ir e produzir bons frutos.
Ó meu Deus, amo-Vos sobre todas as coisas!

Dc Narelvi.

domingo, 3 de maio de 2015

REFLEXÃO DOMINICAL
5º DOMINGO DA PÁSCOA – 03.05.2015 - Ano B
1ª Leitura - At 9,26-31; 2ª Leitura - 1Jo 3,18-24;
Evangelho - Jo 15,1-8
EU SOU A VIDEIRA, E VOCÊS OS RAMOS.

Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.
Jesus com suas parábolas e comparações sempre foi brilhante em suas mensagens.
Para demonstrar o elo que existe entre o Pai e o Filho e nós, foi buscar na planta comum de origem nos tempos remotos do Egito e fonte de sobrevivência de camponeses israelitas: a videira que produz a uva. E aproveita para ensinar que Jesus veio do Pai e por isso somos chamados a pertencer a essa família celestial que tudo criou inclusive e principalmente a nós.
Portanto, assim como no domingo passado aprendemos que Jesus é o Bom Pastor que cuida das suas ovelhas, de outra maneira convida-nos à mesma união quando se apresenta como a videira que o Pai Criador como agricultor plantou, e nós seus ramos.
Que colocação maravilhosa: DEUS, o agricultor, JESUS a videira plantada, e NÓS, os ramos dessa videira. Logo, SOMOS UM SÓ NA UNIÃO COM JESUS E O PAI ETERNO. “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permaneceu em mim, e eu nele, esse produz muito fruto”.
Contudo, Jesus não deixa de chamar a atenção daquele que prefere se desgarrar do tronco da videira: Será lançado fora e secará; Será recolhido, lançado no fogo e queimado.
A ilustração de Jesus relata a possibilidade real da condenação ao inferno daqueles que voluntariamente, conscientemente, fizerem opção por uma vida fora do convívio com Deus em Jesus Cristo.
Entretanto, o que prevalece como incentivo e certeza da vitória com Cristo é o seu desejo de nos manter como ramos unidos a Ele produzindo bons frutos, para a garantia do CÉU.
Vejam irmãos e irmãs, como Saulo, incrédulo e perseguidor dos cristãos, converteu-se ao ser chamado por Jesus e tornou-se um cristão como os apóstolos a quem se uniu levado por Barnabé.
Com seu novo nome, Paulo não se uniu ao grupo dos apóstolos apenas para fazer parte do colegiado, mas para assumir a sua condição de evangelizador e de fato transformou-se um dos maiores sustentáculos da Igreja de Cristo (Católica) pregando com firmeza a Palavra do Senhor. Perseguido, jamais recuou e graças também a ele, com mérito, o cristianismo cresceu e chegou até nós.
Paulo deu a vida por Jesus. “Não O amou somente de boca, mas com ações e verdade”.
Por isto, que ninguém busque pertencer ao clero para dizer que faz parte dele, mas para ser como São Paulo, para ensinar, evangelizar, amar como Jesus amou, para que “que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, de acordo com o mandamento que ele nos deu”.
Esse é o convite de hoje, que nos mantenhamos firmes, unidos a Jesus Cristo como ramo do seu tronco, guardando os mandamentos, amando-nos uns aos outros, e permanecendo sempre com Ele e sua Igreja perseverando como bons católicos até o fim.
Jesus, meu Deus, Vos amo acima de tudo.
Dc Narelvi.



EU SOU A VIDEIRA, E VOCÊS OS RAMOS - 03.05.2015

REFLEXÃO DOMINICAL

5º DOMINGO DA PÁSCOA – 03.05.2015 - Ano B
1ª Leitura - At 9,26-31; 2ª Leitura - 1Jo 3,18-24;
Evangelho - Jo 15,1-8
EU SOU A VIDEIRA, E VOCÊS OS RAMOS.

Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.
Jesus com suas parábolas e comparações sempre foi brilhante em suas mensagens.
Para demonstrar o elo que existe entre o Pai e o Filho e nós, foi buscar na planta comum de origem nos tempos remotos do Egito e fonte de sobrevivência de camponeses israelitas: a videira que produz a uva. E aproveita para ensinar que Jesus veio do Pai e por isso somos chamados a pertencer a essa família celestial que tudo criou inclusive e principalmente a nós.
Portanto, assim como no domingo passado aprendemos que Jesus é o Bom Pastor que cuida das suas ovelhas, de outra maneira convida-nos à mesma união quando se apresenta como a videira que o Pai Criador como agricultor plantou, e nós seus ramos.
Que colocação maravilhosa: DEUS, o agricultor, JESUS a videira plantada, e NÓS, os ramos dessa videira. Logo, SOMOS UM SÓ NA UNIÃO COM JESUS E O PAI ETERNO. Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permaneceu em mim, e eu nele, esse produz muito fruto”.
Contudo, Jesus não deixa de chamar a atenção daquele que prefere se desgarrar do tronco da videira: Será lançado fora e secará; Será recolhido, lançado no fogo e queimado.
A ilustração de Jesus relata a possibilidade real da condenação ao inferno daqueles que voluntariamente, conscientemente, fizerem opção por uma vida fora do convívio com Deus em Jesus Cristo.
Entretanto, o que prevalece como incentivo e certeza da vitória com Cristo é o seu desejo de nos manter como ramos unidos a Ele produzindo bons frutos, para a garantia do CÉU.
Vejam irmãos e irmãs, como Saulo, incrédulo e perseguidor dos cristãos, converteu-se ao ser chamado por Jesus e tornou-se um cristão como os apóstolos a quem se uniu levado por Barnabé.

Com seu novo nome, Paulo não se uniu ao grupo dos apóstolos apenas para fazer parte do colegiado, mas para assumir a sua condição de evangelizador e de fato transformou-se um dos maiores sustentáculos da Igreja de Cristo (Católica) pregando com firmeza a Palavra do Senhor. Perseguido, jamais recuou e graças também a ele, com mérito, o cristianismo cresceu e chegou até nós.
Paulo deu a vida por Jesus. “Não O amou somente de boca, mas com ações e verdade”.
Por isto, que ninguém busque pertencer ao clero para dizer que faz parte dele, mas para ser como São Paulo, para ensinar, evangelizar, amar como Jesus amou, para que “que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, de acordo com o mandamento que ele nos deu”.
Esse é o convite de hoje, que nos mantenhamos firmes, unidos a Jesus Cristo como ramo do seu tronco, guardando os mandamentos, amando-nos uns aos outros, e permanecendo sempre com Ele e sua Igreja perseverando como bons católicos até o fim.
Jesus, meu Deus, Vos amo acima de tudo.

Dc Narelvi.

domingo, 26 de abril de 2015

O BOM PASTOR

REFLEXÃO DOMINICAL
4º Domingo da Páscoa – 26.04.2015 – Ano B
1ª Leitura - At 4,8-12
2ª Leitura - 1Jo 3,1-2
Evangelho - Jo 10,11-18
O BOM PASTOR

Queridos amigos e irmãos em Jesus Cristo.

Muitas vezes somos desafiados em nossa fé pelas dificuldades que não somente o mundo como um todo nos impõe, mas ate mesmo na particularidade da nossa circunscrição residencial na convivência com a sociedade, com nossas próprias famílias e até mesmo em nossa querida e santa mãe Igreja algumas vezes feridas por maus exemplos de um ou outro que a representa. E nos perguntamos: “Como aceitar isso?”

Os fracos desistem sem procurar auxilio deixando de lado a pratica religiosa, outros aderindo a falsas religiões cristãs colocando em risco suas próprias salvações.

Grandes lições tiramos das leituras bíblicas de hoje.

Podemos começar com a 1ª Carta de João dando seu testemunho sobre o que representamos para Deus: SEUS FILHOS! Quando nascemos éramos simples criaturas, mas com o batismo nos tornamos verdadeiramente FILHOS DE DEUS.

Filho de Deu também tem um significado profundo porque qualifica os crentes que são amados por Deus nessa vida nova, transformada, que os colocam em comunhão com o Pai, mas que exige uma condição: responder com coerência a proposta do Pai transmitida por Jesus Cristo, sob pena de perder esse titulo de Filho de Deus.

E na medida em que nos aprofundamos nas Sagradas Escrituras e nos ensinamentos da Igreja, aquilo que poderia abalar a fé desaparece justamente porque a condição de Filhos de Deus já fortalece e nos coloca diante do Filho de Deus por excelência que é Jesus e que o Evangelho hoje nos apresenta como o Bom Pastor. E se Filhos de Deus somos, pertencemos ao rebanho das ovelhas que ilustra a mensagem de Jesus.

Não fomos nós que O elegemos assim, mas foi o próprio Cristo que se apresentou como o maior de todos, aquele em quem podemos confiar intensamente: EU SOU O BOM PASTOR! Já seria o suficiente, mas Ele enriquece lembrando a virtude de quem pastoreia com autoridade divina, e ao mesmo tempo com a meiguice que lhe é peculiar, cita algumas afinidades como conhecer todas as ovelhas e ser reconhecido por elas, dar sua vida pelas ovelhas. E não querer que nenhuma delas se perca e se perder-se, pela sua voz a ovelha perdida se reencontra.

Mas também demonstra preocupação pelas ovelhas que não estão no seu redil, mas em outros, afirmando que é preciso ir busca-las para que todas elas retornem ou passem a fazer parte do único rebanho possível formando um só rebanho, e um só pastor.

Irmãos e irmãos não têm com fugir à tristeza de se ver ovelhas católicas afastando-se do rebanho de Jesus procurando outras igrejas, redis diferentes que mesmo emprestando o nome do mesmo pastor comportam-se diferentemente daquelas ovelhas leais que permanecem com Jesus e sua Igreja Católica à frente, e o que é mais grave, tornam-se muitas vezes camuflados inimigos e perseguidores do catolicismo (por isso protestante) tal qual ou bastante parecidos com os grupos dos saduceus e fariseus responsáveis pela prisão de Pedro e João de que nos narra os Atos dos Apóstolos.  

Portanto amados irmãos crentes na mesma fé, Jesus já deixou sua mensagem. As ovelhas somos nós, e o pastor é Jesus Cristo, pedra angular que continua sendo desprezada por cristãos infiéis.

O pastoreio dos cristãos, Jesus confiou aos apóstolos e com eles instituiu sua Igreja Católica. Logo, embora permaneçamos sob a liderança de Jesus conforme sua promessa, e sob as luzes do Espírito Santo, cabe aos cristãos católicos, principalmente aos legítimos sucessores dos apóstolos que são os bispos, presbíteros e diáconos, com a participação dos leigos, a missão de manter o rebanho unido e de conduzi-lo todos à Salvação.

A grande satisfação de hoje está em podermos contar com Jesus o Bom Pastor e fazer valer nosso compromisso de cristãos católicos na propagação do Reino.

Bom Jesus, nós Vos louvamos no sacramento do Amor; sede sempre para nós um compassivo Senhor!

Dc Narelvi