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sábado, 25 de maio de 2013

PARTICIPAR DE UMA RELIGIÃO EXIGE COERÊNCIA


PARTICIPAR DE UMA RELIGIÃO EXIGE COERÊNCIA.
Diac. Narelvi
1ª PARTE.        

 Afirmamos hoje que os partidos políticos perderam suas identidades. Comunistas integram-se a partidos democráticos e vice-versa, não cristãos filiam-se a partidos políticos cristãos que por sua vez nem sempre seguem o cristianismo, pessoas reconhecidamente comprometidas com a violência ditatorial e amantes do regime totalitário pousam de bonzinhos democratas, enquanto que cada partido político deveria seguir a sua filosofia partidária e seus filiados obedecerem às regras estatutárias. Isto não acontece. Falta fidelidade partidária e são vulneráveis às conveniências pessoais conforme as regras do jogo. Não devia ser assim, mas como são organizações de iniciativas do homem, essas coisas acontecem.
        Mas quando se trata de religião que tem a ver com a religação do homem com Deus, portanto, de fundo espiritual, essa deslealdade e sincretismo não podem acontecer.
       Aliás, a verdadeira religião não é democrática, mas teocrática, isto é, vem de cima para baixo. O Criador, quem dita as regras, quem orienta, quem comanda, é Deus que no inicio dirigia o mundo “pessoalmente” e depois de Jesus, pelos seus escolhidos. Nós, como criaturas de Deus devemos fazemos o que Deus quer, e jamais Deus fazer o que nós queremos. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. (Ap 22,13), diz o Senhor.
        Inegavelmente Deus permite a liberdade, a utilizar do livre arbítrio, mas sem abdicar da sua essência divina e soberana, como o Senhor do Céu e da Terra com os atributos da Onisciência, Onipotência e Onipresença. O homem é livre até para dizer NÃO a DEUS. Mas no julgamento, no tribunal de Deus, responderá pela errada livre opção e pelos atos de desobediência.

Jesus é Deus.
       Jesus é Deus feito Homem (Jo 1; 8,58; 10,30; 20,28). Deus encarnado que veio a este mundo para redimir os homens do pecado. E os homens foram confiados a Jesus que não quer que ninguém se perca (Jo 6,39). Jesus é o Messias prometido assim reconhecido por Pedro (Mt 16,16).
       Não esqueçamos de que Jesus, sendo Deus e essencialmente amor, é exigente. “Não deixeis que os outros vos chamem guias, pois um só é o vosso guia: o Messias” MT 23,10; “Quem não está comigo, está contra Mim. E quem não recolhe comigo, espalha. Jô 12,30; “Quem não toma a sua cruz e Me segue não é digno de Mim. (Mt 10,38).
      Este mesmo Jesus, cumprida a sua missão, retornou ao Céu (Lc 24,50-53), mas antes concedeu poderes aos seus escolhidos, os apóstolos, para continuarem a missão da nova Igreja Cristã (Mc 16,15; Jo 20, 21-31).

2ª.PARTE.

A Igreja
        Pois bem!
       Essa Igreja, chamada de Igreja Primitiva, conhecida como Igreja Cristã cujos seguidores, por seguirem os ensinamentos de Jesus Cristo e dos Apóstolos, passaram a ser chamados de CRISTÃOS. Não porque seguiam um simples homem, um líder humano, mas principalmente e exclusivamente porque Jesus era o Cristo, o ungido, o Filho de Deus, o próprio Deus.

Religiões cristãs
      Esta Igreja Cristã desde o inicio com Papa, bispos, presbíteros e diáconos, e já conhecida como católica desde os primeiros séculos, definiu-se na Reforma Protestante do ano de 1517 como Igreja Católica, Apostólica Romana e os seguidores de Lutero, de Protestantes, hoje no Brasil, conhecidas como “evangélicas” dividida em algumas religiões mais tradicionais e milhares de seitas, MAS TODAS CRISTÃS apesar das divergências doutrinárias.
       Entre as Igrejas Cristãs, como nasceram da igreja mãe Católica, mantém pontos doutrinários comuns como, JESUS É DEUS. NINGUÉM ALCANÇA A SALVAÇÃO A NÃO SER POR JESUS. EXISTEM O CÉU E O INFERNO. O HOMEM É PECADOR. QUE A BÍBLIA É INSPIRADA POR DEUS. A CONFISSÃO DOS PECADOS. O HOMEM MORRE UMA SO VEZ. A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS.

Divergências:
        Divergem, contudo:
       Para os católicos: a Eucaristia é a presença viva, real, verdadeira, de Jesus; o purgatório existe; veneram e amam Maria mãe de Jesus; existem os Sacramentos; a Bíblia contém 72 livros, 27 do NT e 45 do AT. (73 quando se coloca junto ao Livro do Profeta Jeremias o Livro das Lamentações); acreditam na intercessão dos santos; a alma é imortal e julgada imediatamente após a morte do corpo; oram pelos falecidos; têm como fonte da doutrina cristã o Magistério, a Tradição e a Bíblia; A Bíblia não pode ser interpretada particularmente; veneram e respeitam (mas não adoram) as imagens; os bispos, presbíteros e diáconos assim são assumidos pelo Sacramento da Ordem que iniciou com Jesus e a sucessão apostólica, etc. etc.
      Para os protestantes: Na ceia, Jesus está presente simbolicamente; não existe o purgatório; não valorizam Maria; não possuem Sacramentos; a Bíblia contem 6 livros do AT a menos; não há o julgamento imediato da alma após a morte porque a alma também morre[1] e somente será devolvida com a vinda de Jesus (Juízo Final), daí porque não aceitam os santos, não admitem a intercessão dos santos, não oram pelos falecidos; adotam como fonte doutrinaria somente a Bíblia (sola scriptura); a bíblia pode ser interpretada livremente; repugnam as imagens; os pastores são pessoas leigas que se dedicam ao ministério sem o requisito sacramental e sem anterioridade ao tempo da Reforma, etc. etc.
        Sem dúvida, somos uma família de cristãos conflitantes.

Agora, a (in)coerência.
        Seja católico ou protestante (evangélico), cada qual tem um compromisso com sua crença.
       Obviamente que tenho por verdadeira igreja cristã, a Católica e que existe o pecado da separação para quem a abandona. Contudo, feita a escolha jamais retiremos de Deus a sua soberania, misericórdia e a sabedoria do julgamento pela decisão tomada.
       A coerência está em seguir fielmente os preceitos da crença adotada. Podemos juntar tudo o que nos é comum (ecumenismo) como orações, cânticos, conceitos doutrinários, mas jamais viver uma religiosidade dúbia, conflitante, sincrética, desprezando a linha doutrinaria da sua religião para viver uma “igrejinha particular” ou agir como se tudo fosse permitido sob o pretexto dos levianos religiosos de que “Deus é o mesmo”.
      E justamente para que isso seja possível, isto é, para que o religioso seja fiel a Cristo e sua religião, é que se exige a fé acima de tudo, mas também um pouco da razão.
      Perdoem-me os que pensam diferente, mas não dá para tirar tudo da simples leitura da Bíblia como se fossem autodidatas. Lembram do dialogo entre Filipe e o eunuco? “Filipe correu, ouviu o eunuco a ler o profeta Isaías e perguntou: «Entendes o que estás a ler?» O eunuco respondeu: «Como posso entender, se ninguém me explica?» Então convidou Filipe a subir e a sentar-se junto dele” (At 8, 30-31).
       Aliás, foi justamente porque os protestantes passaram a interpretar livremente a Bíblia que fizeram surgir tantas religiões e seitas “evangélicas”, permitindo que mudem de uma para outra denominação no embalo das marés.
      Se essa fraqueza é reprovável entre segmentos cristãos, mais grave ainda é quando cristãos se deixam envolver por filosofias ou crenças não cristãs.
       Cristão não significa ser apenas simpatizante de Jesus - pois ateus e muitos descrentes simpatizam muito com Ele, - mas acreditar que Jesus é Deus e salvador.
     É feio e traição de fé, por exemplo, um católico mandar roupas ou fotos suas ou de parentes para receberem bênçãos nos cultos evangélicos. Ou recorrerem a passes nos centros espíritas ou mesmo acreditar no espiritismo, na macumba, no budismo e outras doutrinas reencarnacionistas que não aceitam Jesus como Deus. A recíproca é verdadeira quando esses, sem renunciar suas crenças, procuram socorro simultaneamente nas religiões cristãs que pregam a ressurreição e a divindade de Jesus.
      Grave, também, quando o devoto renega verdades da sua própria religião como, em sendo católico, não acreditar que Jesus é Deus, no inferno, no purgatório, na sacramentalidade do matrimônio, comunga em estado de pecado, etc. etc.
       E não faltam aqueles que reproduzem mensagens religiosas ou filosóficas nas redes sociais, por exemplo, porque estão bem escritas, acham bonitas, sem atentar para a interpretação que muitas vezes, no fundo, são contrárias aos seus próprios princípios cristãos e religiosos.
         O religioso deve ser verdadeiro. Lembro-me aqui de algo que me impressionou pela sinceridade. Numa das audiências que participei como advogado, o juiz indagou a uma testemunha se ele prometia dizer a verdade. Aquele homem, evangélico, de pequena estatura, simples, humilde, modestamente sempre bem vestido, que sempre andava com seu guarda-chuva e uma pequena pasta maleta onde guardava sua bíblia e documentos pessoais, prontamente respondeu: “Eu sou evangélico, sou verdadeiro”. Que lição!

É isso que Jesus espera do cristão.
      Deus não quer crentes vacilantes, mas pessoas decididas. “Porque és morno, nem frio nem quente, estou quase a vomitar-te da minha boca” Ap 3,16.
     São Paulo é firme na sua lição: “Peço-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo: mantende-vos de acordo uns com os outros, para que não haja divisões. Sede estreitamente unidos no mesmo espírito e no mesmo modo de pensar. Meus irmãos, alguns da casa de Cloé informaram-me que entre vós existem contendas. Eu explico-me. É que uns dizem: «Eu sou de Paulo!» E outros: «Eu sou de Apolo!» E outros mais: «Eu sou de Pedro!» Outros ainda: «Eu sou de Cristo!». Será que Cristo está dividido? Será que Paulo foi crucificado em vosso favor? Ou será que fostes baptizados em nome de Paulo? (1 Cor 1, 10-13).

O que fazer na duvida?
         Todos têm dúvidas. Os filhos não confiam em seus pais? Os enfermos em seus médicos? Os maridos em suas esposas e vice-versa?
         E então, os cristãos não devem confiar em Jesus? E via de consequência, na sua religião?
         A religião que é de Deus, pela luz do Espírito Santo é mais sabia do que nós.
      Procurar nas leituras e estudos bíblicos, nos catecismos, nos documentos da Igreja, nos grupos de reflexão, na confissão, na Eucaristia, nos conselhos dos dirigentes espirituais, nos debates inteligentes, e principalmente na oração, são meios de suprimento de nossas dúvidas, e sempre que persistirem prefiram decidir pelo que diz a Igreja no seu Magistério.
        Sinceridade, irmãos. “Diz apenas "sim", quando é "sim"; e "não", quando é "não". O que disseres para, além disto, vem do Maligno» MT 5,37. E lembrar sempre o que você diz nas suas orações, principalmente no Pai Nosso, Ave Maria e na Profissão de Fé, o Creio.

[1] http://www.jesusvoltara.com.br/descobrindo/24_enfrentando_morte.htm

quarta-feira, 22 de maio de 2013

CNBB - NOTA SOBRE UNIÕES ESTAVEIS DE PESSOAS DO MESMO SEXO - CNBB

Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo 

Texto reproduzido do site abaixo da Conferência Nacional dos Bospos do Brasil

http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/11998-nota-sobre-unioes-estaveis-de-pessoas-do-mesmo-sexo
Qui, 16 de Maio de 2013 15:12 / Atualizado - Qui, 16 de Maio de 2013 16:30 por: cnbb
Na quinta-feira, 16 de maio, na coletiva de imprensa que apresentou o balanço da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (CONESP), foi divulgado uma nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo, diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo”. De acordo com a entidade, “o matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural”. 
Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo

Qui, 16 de Maio de 2013 15:12 / Atualizado - Qui, 16 de Maio de 2013 16:30 por: CNBB
Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília-DF, nos dias 14, 15 e 16 de maio de 2013, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar. Desejamos também recordar nossa rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação sexual, manifestando-lhes nosso profundo respeito.
Diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo” (n. 175/2013), recordamos que “a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural” (Nota da CNBB, 11 de maio de 2011). A família, assim constituída, é o âmbito adequado para a plena realização humana e o desenvolvimento das diversas gerações, constituindo-se o maior bem das pessoas.
Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011 (cf. ADI 4277; ADPF 132). Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. As uniões de pessoas do mesmo sexo, no entanto, não podem ser simplesmente equiparadas ao casamento ou à família, que se fundamentam no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e à educação dos filhos.
Com essa Resolução, o exercício de controle administrativo do CNJ sobre o Poder Judiciário gera uma confusão de competências, pois orienta a alteração do ordenamento jurídico, o que não diz respeito ao Poder Judiciário, mas sim ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis.
Unimo-nos a todos que legítima e democraticamente se manifestam contrários a tal Resolução. Encorajamos os fiéis e todas as pessoas de boa vontade, no respeito às diferenças, a aprofundar e transmitir, no seio da família e na escola, os valores perenes vinculados à instituição familiar, para o bem de toda a sociedade.
Que Deus ilumine e oriente a todos em sua vocação humana e cristã!
Brasília-DF, 16 de maio de 2013
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício

Dom Sergio Arthur Braschi

Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

domingo, 19 de maio de 2013

PENTECOSTES 2013


 Reflexão dominical
Pentecostes – 19.05.2013 – Ano C
At 2,1-11; 1Cor 12,3b-7.12-13; Jo 20,19-23
       
Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.

1ª PARTE
         Hoje é dia de cantar parabéns a você à Igreja Católica, Apostólica, Romana.
         Foi lá, naquele dia em que se cumpriu a promessa de Jesus da vinda do Espírito Santo que nasceu como que oficialmente, a Igreja fundada por Jesus.
         Deus criou tudo, Jesus veio trazer a Salvação e os homens chamados disseram sim e juntaram-se a Jesus. Os apóstolos tinham um chefe, Pedro. Estava formada a Igreja. Faltava descer sobre ela o Espírito Santo.
         Da ressurreição até a Assunção, quarenta dias. Mais dez de retiro no cenáculo até a descida do Espírito Santo, igual a cinquenta dias. O termo Pentecostes é de origem grega, e o significado é quinquagésimo, ou cinquenta dias.
         Obedientes e confiantes, depois que Jesus foi assunto Céu permaneceram os Apóstolos e também Maria no cenáculo, fechados e com medo dos judeus, mas em oração como crentes sinceros dessa nova Igreja que se formava. Nove dias e noites, e no décimo dia* o prometido Espírito Santo desce sobre todos eles e em Maria também. Alegria! Alegria!
         Aí, então, acontece o encorajamento dos apóstolos, discípulos que após um barulho vindo do céu como se fosse uma forte ventania encheu o cenáculo e línguas de fogo pousaram sobre cada um deles. Era o sinal do Espírito Santo. Desapareceram os medos. Saíram e foram proclamar o Reino sem receio algum. Muitos dos que estavam em Jerusalém foram atraídos pelo barulho e uniram-se aos missionários do Espírito Santo e mesmo sendo os ouvintes pessoas de diversas regiões falando línguas diferentes, entendiam perfeitamente as mensagens dos corajosos e fiéis apóstolos. E maravilhados começaram a formar a primeira comunidade da Igreja Cristã que veio a ser chamada de Católica, Apostólica, Romana, séculos depois.

2ª PARTE
             São Paulo, na sua carta aos Coríntios, ensina que ninguém pode se julgar de Jesus, viver os seus ensinamentos e sua Igreja, a não ser por obra do Espírito Santo.
         E fala nos dons.
         Quantos de nós fugimos das nossas responsabilidades cristãs católicas usando do subterfúgio de que não sabemos o que fazer. Mas os dons que nos são dados não deixam ninguém fora do contexto dos servidores de Cristo.
         Cada um sabe fazer alguma coisa, e todos são importantes. Na Igreja existe espaço para todos. Os ministérios, as atividades, são diferentes, mas um mesmo é o Espírito. Por isso formamos um só corpo como Igreja e como Filhos de Deus.

3ª PARTE
         Era um domingo. Jesus chega onde estavam os apóstolos, discípulos e Maria e colocando-se no meio deles para indicar que Jesus é o centro de tudo, com a voz de quem é a própria paz, a primeira coisa que diz é: “A paz esteja convosco”.
         E acontece a maior outorga de poderes divinos que se possa imaginar, que é o poder de representar Jesus aqui na terra. “Como o pai me enviou, também eu vos envio”. “Recebei  o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.
     Foi como conceder uma procuração. Sob a luz do Espírito Santo, os Apóstolos, nossos primeiros bispos, receberam toda a autoridade de Jesus que transferiu o envio que recebeu do Pai para eles, apóstolos. E até para perdoar pecados.
    Irmãos e irmãs. O tempo é próprio para nos encorajarmos religiosamente e espiritualmente falando. Não apenas o povo leigo em geral, mas também os ministros ordenados que dirigem a Igreja busquem nesta solenidade algo mais na sua vida religiosa fazendo dela uma fraternidade constante, abrindo espaços na sua paróquia para que todos possam exercer seus dons, para que não haja disputa de atribuições clericais, e que Jesus seja o centro das atenções e focado mais do que todos no presbitério e em toda a  nave da Igreja. Que os irmãos sentem lado a lado uns dos outros e escutem a Palavra de Deus com a mesma alegria e aceitação como aqueles em Jerusalém.
   Falamos em renovar a Igreja. Mas na verdade nós é que precisamos de renovação e isso acontecendo teremos uma nova Igreja.
     Que o Espírito Santo desça sobre todos e que o espírito evangélico que existe em nós nos anime para viver e anunciar Jesus!  
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.
Com Jesus e Maria.
Diac. Narelvi
* As novenas tem seu modelo nos nove dias de espera e a festa no décimo dia. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

Diac. Narelvi
Algo muito triste e tenebroso está acontecendo em nossa sociedade como frutos colhidos de uma semeadura desgraçada iniciada há algumas décadas ofuscando valores tradicionais, desprezando a educação moral e o civismo, desclassificando a crença religiosa; as televisões mais poderosas fazendo apologia ao desajuste familiar; a corrupção andando solta; deixando a vontade o tráfico e consumo de drogas; estimulando o consumismo a qualquer custo; plantando a ilusão de que tudo gira em torno da riqueza, luxo e esplendor estampados nas telas de TVs mostrando “celebridades” com suas mansões, automóveis top de linha, dinheiro fácil; desafios às resistências dos pobres e suas famílias, e assim por diante. E hoje nos deparamos com algo mais terrível ainda, os crimes sendo praticados também por menores de idade.

E aqui entra a polêmica! Como tratar do assunto?


Assusta-nos como esses menores estão se aprofundando na prática dos crimes mais graves como de homicídio, assaltos, sequestros, roubos, estupros, etc. e na maioria com requintes de perversidade. Algo precisa ser feito para conter essa onde crescente de formação de menores maus-caracteres. Muitos responderão e defenderão que é resultado justamente dos desvios sociais e culturais que acima expus. Concordo, em termos, mas isto não impede que a questão da maioridade penal venha a ser revista. 

Crime é crime, independentemente de qualquer idade. A penalização é que fica na dependência de determinadas circunstâncias de imputabilidade penal ou isenção de pena como, v.g, a legitima defesa, os insanos, os menores que recebem medida diferenciada porém, nem sempre eficaz. 


Basicamente temos que a Constituição Federal de 1988 reduziu para os 18 anos muitos direitos e deveres que antes eram reservados apenas aos maiores de 21 anos; O Código Civil reduziu em janeiro de 2002 a maioridade civil de 21 para 18 anos. A Constituição Federal, no artigo 228, considerou penalmente inimputável os menores de 18 anos. 


Vê-se, então, a idade reduzida para 18 anos na CF de 1988 enquanto que em 2002 o Código Civil marchou para a redução da maioridade civil para 18 anos, e a mesma CF 1988 limitou a idade penal para 18 anos. Foram alguns ajustes.


A lei eleitoral e a própria Constituição asseguraram a maioridade política a partir dos 16 anos, quando permitem aos jovens, nessa idade, escolher seus governantes.
Curiosamente, o primeiro Código Penal Brasileiro (Código Imperial de 1830) fixava a maioridade penal em 14 anos. 


A questão está na avaliação da capacidade do sujeito de responder ou não pelos crimes que praticar, e de responder pelos atos da vida civil. 


A pergunta que se faz é, se hoje, os adolescentes e jovens estarão ou não mais amadurecidos do que os jovens dos anos de 1830, 1988, 2002? Preciso responder?


Exagerando um pouco dizemos que hoje as crianças já nascem sabendo manusear um computador. As pessoas aos 16 anos já têm direito de escolher os governantes; aos 12 anos podem viajar sozinhas dentro do país, desde que autorizada pelos pais; podem ser ouvidas para ser adotada; aos 14 já podem ser aprendiz com todos os direitos trabalhistas; a partir dos 16 anos não precisam ser representadas pelos responsáveis em determinados atos da vida civil; podem casar com 16 até antes dos 18 com autorização dos pais, além de outras situações legais parecidas. E até nas condutas pudicas e comportamentais para a idade, “transam”, “ficam”, fazem experiências homossexuais estimuladas pela propaganda, agridem-se fisicamente, fumam e bebem despudoradamente, incorrendo na prática de contravenções penais que as autoridades até deixaram de aplicar. 


Ressalvamos que felizmente presenciamos hoje na faixa etária entre 13 a 18 anos comportamentos maduros, inteligentes, dedicação ao estudo, ao trabalho, a criatividades culturais; excelentes relacionamentos sociais e familiares; responsabilidade nos namoros; dedicação ao esporte e lazer; lideranças nos movimentos sociais, políticos e religiosos, enfim, uma infinidade de condutas meritórias. 


Entretanto, paralelamente e agindo contra legem presenciamos nessas idades adolescentes e jovens cometendo crimes bárbaros, tirando a vida de inocentes, matando, assaltando, roubando, sequestrando, estuprando, vadiando, traficando, desobedecendo, desafiando e batendo em professores e até nos próprios pais, em atos de vandalismos e tantas outras agressões amplamente conhecidas. E tudo isso no maior cinismo, com plena consciência de seus atos, sorrindo e divertindo-se ante o sofrimento das vítimas, em ações próprias ou na maioria das vezes assumindo delitos para acobertar bandidos adultos, seguros de que não responderão pelo crime a não ser, em determinados casos, com a nem sempre eficiente represália do Estatuto da Criança e do Adolescente.


É incontestável que os menores delinquentes, por saberem o que estão fazendo, precisam ser responsabilizados pelos seus atos a partir de uma idade limite que os especialistas no assunto poderão definir. 


A experiência que é um dos maiores critérios, junto com a razoabilidade, que permite entender que a idade de 16 anos seria o limite ideal para chamar à responsabilidade penal dos infratores da lei.


Justificar a manutenção da idade penal de 18 anos sob o argumento de que os menores (até um dia antes de completar 18) não teriam culpa de assim serem devido as falhas nas estruturas educacionais, sociais e familiares não me parece ser totalmente correto. Então, nesses casos, a culpa maior caberia aos governantes que teriam permitido que as coisas chegassem a esse ponto, e os menores que de um dia para outro se tornaram criminosos imputáveis por completarem a maioridade de 18 anos igualmente deveriam ser beneficiados porque também a grande maioria que conte com 18, 25, 40 ou mais anos, passou pelo mesmo crivo da desordem social e familiar, vítimas da sociedade. Lembra-me um cômico que fazia piada perguntando se um produto se tornava imprestável da data do vencimento, um dia antes ou um dia depois. 


Podemos até supor que para alguns a resistência contra a redução de idade, possivelmente provenha do temor por seus próprios filhos, sempre olhados como criancinhas indefesas.


Certamente que se educarmos corretamente as crianças desde o inicio, não precisaremos punir os adultos. Mas essa questão às vezes foge do controle das pessoas devido a negligencia dos que dirigem o país. Melhorar o ensino público colocando-o no plano da ética e da moral, orientar as famílias para que mantenham seus critérios de educação com sensatez, fazer valer a garantia constitucional que trata dos Direitos, Deveres Individuais e Coletivos, da liberdade religiosa, de expor seus pensamentos e doutrinas, não permitir o abuso e interferência dos meios de comunicações formadoras de opinião fiscalizando-os para que cumpram os princípios dispostos no artigo 221 da Constituição Federal, que são: “I - preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; II - promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; III - regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; IV - respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família”, com toda a certeza farão com que se formem novas consciências de cidadania evitando a desordem social, princípios esses plenamente alcançáveis pelas mentes dos homens com 16 anos de idade. 


A verdade é que os delinquentes menores de 18 anos são tão capazes de entender quanto os da mesma faixa etária do grupo dos que se mantém dentro dos princípios da legalidade. 


A redução da idade penal não se trata de alternativa paliativa para suprir falhas, mas de necessidade de apropriar uma idade compatível com o comportamento humano, seu desenvolvimento psicológico, a sua capacidade para reger seus atos civis e penais, com discernimento sobre o que é certo e o que é errado. 


Reservo-me o direito de mudar de opinião, e até gostaria que isso acontecesse. Mas a idéia da redução da idade penal deve ser levada à sério com debates e participação da comunidade em todos os níveis da sociedade que está a exigir soluções imediatas.

Não é nada agradavel tratar desse assunto mas devemos procurar encontrar as nossas soluções cientes de que a Educação, a Família, a Paz Social somente serão alcançadas plenamente quando o homem se reencontrar com Deus e viver a sua religiosidade com fiedelidade cristã.

domingo, 12 de maio de 2013

UMA DATA PARA NOSSAS MÃES



 "Quero cantar pra você minha mãe
 A cantiga do meu coração.
 Quero agora te agradecer
Seu carinho e dedicação".


Ouça no video abaixo. 
(Vera Lucia - cantora católica)
         Hoje, mais uma vez, dia de festa para as mamães.
            Não dá para pensar nesta data sem lembrar-se do Pai Criador que divinamente criou a MULHER para ser companheira do homem.   Homem e Mulher. Macho e fêmea, diz a Bíblia em Gn 1, 27.
            E no versículo 28 acrescentou: “Sede fecundos”.
           Ser fecundo quer dizer: que tem em si a força de produzir, que não é estéril, que é próprio para a reprodução  (dicionário).
          Quando Deus completou sua obra com a criação do homem e da mulher, já havia criado outros seres vivos e todos dotados de organismos reprodutores. Somos seres sexuados. Deus sabia o que estava fazendo!
           Em que pese a ciência esforçar-se para a reprodução artificial, jamais dispensará de seus experimentos o processo da reprodução sexuada. Assim como em todos os seres vivos, a exceção dos raros assexuados, nos humanos, sem as sementes da MULHER e do HOMEM, é impossível a fecundação. 
             Nessa união de casal, apesar de indispensável o homem, é a MULHER  quem detém o mecanismo perfeito para a procriação.
          SER MÃE é uma dádiva de Deus e de uma dignidade tão profunda que não pode ser aventurada por heterossexuais dados a aventuras promiscuas tendo o “ficar” por diversão imoral, irresponsável e pecaminosa, colocando no mundo crianças desprotegidas que ficam a implorar por pais adotivos ou atirados à rua, sem se falar da prática de um dos mais graves crimes contra a vida, o aborto.
As crianças querem ter MÃE, precisam da MÃE mulher cujo privilegio maternal é insubstituível e se contrapõe aos caprichos de homens homoafetivos.
   
SER MÃE

 SER MÃE, portanto, é ser partícipe da Criação, responsável maior pela geração do filho, centralizadora do amor maternal que aproveita tanto à mãe biológica como a mãe adotiva ou de criação fazendo delas as pessoas mais querida da humanidade.
MÃE é a mulher que reza, ora, dedica dias e noites protegendo o filho cuidando da sua saúde, da sua educação; que se alegra quando se alegra o filho, e sofre quando sofre o filho; que ama tanto seu filho mesmo quando por ele não é amada; que trabalha, que ensina, que como cidadã deste mundo já ocupa lugares de destaque na vida social e política preocupadas com as mães pobres e sofredoras; que tem o poder de sentir e de perceber por uma intuição muito própria tudo aquilo que o filho sente, a exemplo de Maria Mãe de Jesus,  que tudo sabia sobre seu filho e tudo guardava em seu coração (Lc 2,19).
Se somos filhos todos os dias é porque todos os dias nossas mães estão presentes em nós. Esta data especial não deve ser dominada pela exploração comercial, mas lembrada e festejada como data celebrativa daquela que, assim como Nossa Senhora com relação a Jesus, nos gerou e disse SIM, FILHO, EU TE QUERO.
Então, você que ainda têm sua mãe, abrace-a e beije-a com muito carinho repetindo esse gesto de amor sempre. Quanto a nós que já nos privamos das suas presenças terrenas tenhamos a certeza de que elas se encontram juntas de Deus, intercedendo e cuidando de cada filho, e comuniquemo-nos com elas pela oração
Mas ainda existe uma outra MÃE que não é nossa, mas a fizemos mãe pelo amor conjugal e que da mesma forma, nos protege e a nossos filhos, merecedoras desta mesma festa de alegria. São as nossas queridas esposas.
Bem-aventurada é a minha mãe.
Bem-aventuradas são todas as santas mães.
Estejam elas ainda aqui na terra ou daqui já tenham partido, estarão sempre presentes  em nossos corações. Por isso, pedimos: A SUA BÊNÇÃO, MÃE.  
Diac. Narelvi


ASCENSÃO DE JESUS

REFLEXÃO DOMINICAL
Ascensão do Senhor – 12.05;2013 – Ano C
At 1,1-11; Ef 1,17-23; Lc 24,46-53
Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.

         A Liturgia da Palavra de hoje leva a meditar sobre a ascensão de Jesus.
         Jesus que veio do Pai, e é um só Deus, e que do céu encarnou-se por Maria para a grande missão salvifica, aqui na terra concluída pelo sacrifício da cruz e ressurreição, como ressuscitado ainda permaneceu conosco por quarenta dias quando aconteceu a sua volta para o lugar de onde veio.
         Durante esses quarenta dias, apareceu e se encontrou com os apóstolos, discípulos, e muitas outras testemunhas, operando milagres, ensinando, até a sua ascensão com a promessa do Paráclito, com a recomendação de que aguardassem em Jerusalém a vinda do Espírito Santo.
Portanto, Jesus voltou ao Céu e no Pentecostes mandou o Espírito Santo aos apóstolos, e do Céu continua assistindo-nos  por si mesmo e por intermédio da sua Igreja e de seus Ministros Ordenados, pois sendo Deus, está sentado a sua direita conforme diz São Paulo.
         Quanto amor, quanta ternura Jesus demonstrou e ensinou aos homens. E é isto que ele espera de nós, até o dia em que novamente retornará vitorioso “para julgar os vivos e os mortos”.
A Bíblia nos permite imaginar aquele dia extraordinário da ascensão, com os apóstolos e outros, boquiabertos, enxergando Jesus subindo ao céu até desaparecer, tão envolvidos pelo momento que precisaram ser despertados pelos anjos e impulsionados a assumirem a evangelização.
Irmãos e irmãs. Pode ser que estejamos hoje limitando a nossa religiosidade ao olhar para cima, para o alto que mesmo em direção a Deus, nos esquecemos de que estamos aqui, materialmente vivos dentre tantos outros iguais a nós, carentes de afeto, de orientação, de uma palavra amiga, e que necessitam ouvir os ensinamentos de Jesus para alcançarem uma vida nova; Que Cristo está acima de tudo não somente neste mundo mas também na eternidade celeste, como cabeça da Igreja presente.
Está na hora de outros anjos advertirem os apóstolos e discípulos de hoje que parem de ficar somente olhando para o alto, pois que Jesus já ressuscitou e subiu aos Céus e que agora, nós, investidos do sacramento da ordem, e todos os comprometidos com a Igreja e a evangelização, devemos fazer a nossa parte. As necessidades humanas estão aí, e os instrumentos condutores da Palavra, também. Saibamos fazer da nossa Igreja uma igreja de crentes em Jesus, de irmãos que se amem e se respeitem uns aos outros para que as mensagens do “amai-vos uns aos outros” e de perdão não fiquem apenas na retórica.
Precisamos todos nós, nos revestirmos das graças de Deus e mostrarmos pela Palavra e pelo exemplo o caminho de Cristo que nos leva à Salvação e a vida eterna para que, quando chegar nossa hora, também possamos subir ao céu levados pelos anjos e pelas mãos de Maria à presença da Trindade divina e de todos os receberam a coroa dos justos.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo
Com Jesus e Maria
Diac. Narelvi

sexta-feira, 10 de maio de 2013

BODAS DE OURO - 8.5.2013



Diac Narelvi Carlos Malucelli, nunca é tarde pra uma mensagem bonita né?

O amor permanece além do tempo, vocês são a melhor prova disso!Através do amor se uniram, constituíram uma família, formaram um lar abençoado, lutaram juntos em busca de melhores dias para todos, e agora é hora de comemorarem as bodas de ouro!
Já me disseram que tudo passa, mas o amor e a fé permanecem, e vocês parecem se alimentar dessas duas coisas, graças a Deus!

Vovó, a senhora é a coisa mais linda e doce que já conheci!

Dizem que vó é mãe duas vezes e foi feita para mimar os netos!
Eu acredito nisso!
Vó, a senhora é uma mulher incrível!
Tenho orgulho de pertencer a você, e de fazer parte dessa linda família!
Quero poder dizer que te amo! E que sempre te levarei comigo, e meu eterno e mais puro amor será sempre seu!

Agora, falar do meu vô...
Bom, já dei muito trabalho pra ele!
Meu avô é sábio e ninguém manda nele!
Você é um avô especial, cheio de conhecimento, cujo ainda quero aprender muito com o senhor!
Quero ter o senhor para sempre em minha vida!

Durante toda a vida de vocês, foram várias os momentos e dificuldades que vocês passaram, e conheço ainda muito pouco da grande história de vida de vocês!
Quero estar aqui daqui a 50 anos parabenizando os melhores avós do mundo! Os meus!
Dona Belisa e Seu Narelvi! Os avós mais lindos e preciosos que existem!
E Sabe, observando vocês aqui de longe, vejo que devo valorizar e agradecer por tudo que vocês me fizeram até então, e aproveitar os momentos que estamos juntos ao máximo.
Agradeço muito por ter escolhido ficar com vocês durante todo este tempo que morei com vocês!
Parabéns, a sublimidade da história de vocês!
Essa data realmente merece um homenagem especial!
E no dia das bodas de ouro, espero que tenha sido uma pequena parte da maior homenagem que a vida deu e dará a vocês, a felicidade, a capacidade de superação, a capacidade para sentir que todos, incluindo eu que não estáva presente fisicamente, estavam felizes por verem a felicidade que é ter uma família desse tamanho, que já alcança a 5ª geração, com nosso Bernardinho lindo, êta nóis! E que o casamento de vocês dura por mais 50 anos, afinal vocês merecem!
Felipe.Em 10.5.2013