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domingo, 3 de junho de 2018

Por que jovens estão ausentes da Igreja?



Todas as religiões cristã são boas, ou deveriam ser. Contudo, é triste o que causou o protestantismo com a divisão e multiplicação do cristianismo em milhares de denominações de seitas principalmente aqui no Brasil. Cada uma pregando o pode ou convém.  E se dividiu e multiplicou foi porque antes de 1517 já havia só a religião cristã, a Católica.

E hoje perguntamos por que continuam protestando contra a Igreja Católica? As razões são tantas, e com certeza boa parcela da culpa seja nossa, dos ministros ordenados.

A mensagem de Oséias, 4,1-19 abaixo, ainda ecoa também sobre as igrejas protestantes:

1. Ouvi a palavra do Senhor, filhos de Israel! Porque o Senhor está em litígio com os habitantes da terra. Não há sinceridade nem bondade, nem conhecimento de Deus na terra.

2. Juram falso, assassinam, roubam, cometem adultério, usam de violência e acumulam homicídio sobre homicídio.

3. Por isso, a terra está de luto e todos os seus habitantes perecem; os animais selvagens, as aves do céu, e até mesmo os peixes do mar desaparecem.

4. Entretanto, ninguém poderá acusar (o povo), nem o repreender, mas eu censuro a ti, ó sacerdote.

5. Tu tropeçarás em pleno dia, assim como o profeta durante a noite. Far-te-ei perecer,

6. porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.

7. Quanto mais se multiplicaram, mais pecaram contra mim, transformaram em infâmia o que era a sua glória.

8. Eles se nutrem do pecado de meu povo, e são ávidos de suas iniqüidades.

9. O sacerdote será tratado como o povo. Castigá-lo-ei pelo seu comportamento. Tratá-lo-ei segundo as suas obras.

10. Comerão, mas não hão de saciar-se; prostituir-se-ão, mas não hão de multiplicar-se, porque abandonaram o culto do Senhor.

11. O mau proceder, o vinho e o mosto abafam a razão.

12. Meu povo consulta o seu pedaço de pau, e o seu cajado lhe faz revelações, porque o espírito de infidelidade o perde e eles se prostituem, afastando-se de seu Deus.

13. Sacrificam nos cimos das montanhas, queimam ofertas nas colinas, debaixo dos carvalhos, dos álamos e dos terebintos, sentindo-se bem à sua sombra. Assim, quando vossas filhas se prostituem e vossas noras adulteram,

14. não castigarei as vossas filhas prostitutas, nem vossas noras adúlteras, porque eles mesmos coabitam com meretrizes, e sacrificam com hieródulas. O povo insensato lança-se à perdição!

15. Se procederes mal, Israel, que ao menos Judá não se torne culpado! Não vades a Gálgala, não subais a Betavem, e não jureis pela vida de Deus!

16. Porque Israel se rebela como uma novilha insubmissa, o Senhor vai conduzi-lo agora a pastar como um cordeiro numa planície aberta.

17. Efraim aliou-se aos ídolos: deixa-o!

18. Logo que cessam de beber, entregam-se à prostituição; seus chefes preferem a ignomínia.

19. O vento os envolverá nas suas asas, e serão cobertos de vergonha por causa de seu altares.

domingo, 13 de maio de 2018

DIA DAS MÃES


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Ser mãe!



         Quem ensinou você, mulher, a ser mãe?



         Quem te fez feminina e dócil para gerar em seu ventre um fruto de si mesma?



         Hoje, o dia é só de você, mãe. Mãe viva ou falecida, pobre ou rica, culta ou analfabeta, mãe biológica ou de criação, saudável ou enferma.  Mãe  que talvez você, filho, não tenha chegado a conhecer. Mães que apesar de diferenciarem-se nas suas individualidades trazem em comum o elo mais importante: o amor maternal.



         Quem dá à luz sempre é a mulher. A mãe, sempre será a mulher e as circunstancias às vezes tira a maternidade da gestante para atribuí-la à mãe substituta, a que cria.



A ciência tem procurado alternativas para descartar o papel da mulher; a infame ideologia de gênero quer fazer do homem e da mulher uma brincadeirinha de um faz de conta de que ele é ela e ela é ele.



        Mas o dia das Mães que encanta e inegavelmente alcança em primeiro lugar é a mãe gestante, biológica que por primeiro gerou, deu vida e alimentou seu filho, doou seu sangue, deu-lhe seus traços genéticos, e o criou. A mãe substituta, que carinhosamente é chamada de Mãe de criação ou simplesmente de mãe, também merece a homenagem do dia tanto quanto a mãe biológica, na medida em que por situações excepcionais tenha assumido por adoção ou pela simples guarda a criação de um filho alheio, sem, contudo, negar-lhe o direito de saber quem é sua verdadeira mãe biológica nem  passar-lhe a impressão de que a mesma foi descartada da sua vida.



Dia das mães felizes.



Mas existirão mães infelizes? Os filhos que respondam observando-se a si mesmos: drogas, delinquências, rebeldias, violências, abandonos, crimes, uniões e sexualidades irresponsáveis, internamentos dos pais em casas para idosos...  não as tornam infelizes?



E a pobreza extrema que machuca e mata por dentro a mãe pela privação de poder alimentar, educar e criar seus filhos?



Da resposta, uma certeza: A Mãe sempre ama em qualquer circunstancia.



Que neste dia, possamos retribuir às nossas mães toda a herança amorosa, as lições de vida que nos deram, os primeiros passos da nossa religiosidade, da educação e da moralidade.



Lembremos então das mães que sofrem. Não somente com as nossas preces, mas também com ações concretas.



Como vale a pena neste dia e sempre, manter a unidade familiar; olhar para o lugarzinho da mesa especialmente destinado a ela, beija-la carinhosamente, agradecer e pedir: “bença mãe”.



Mas se aquele lugarzinho estiver desocupado, mantenha-o vivo com os mesmos carinhos porque certamente ela esta acomodada num lugar muito mais especial junto com tantas outras mães, no Céu, cuidando de você.



“Quem honra sua mãe é semelhante àquele que acumula um tesouro” (Eclo 3,5).



“Quem maltrata seu pai, quem expulsa sua mãe é um filho infame do qual todos se envergonham” (Pv 19,26).



         Saudando todas as mães, eu começo e você conclui: Ave Maria...

  

UM FELIZ DIA DAS MÃES

Dc Narelvi

domingo, 22 de abril de 2018

DIACONATO PERMANENTE


HOJE, DOMINGO 22/04/2018:
55º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
LEMBREM DO DIÁCONO PERMANENTE

Diaconato permanente (casados ou não) é um chamado de Jesus tal qual o chamado para presbítero. É o mesmo Sacramento da Ordem que marca essa vocação.
Apesar disso, apesar de ter sido instituído pelos Apóstolos assim como ocorreu com os presbíteros, apesar de restaurado pelo Concilio Vaticano Segundo há  mais de 50 anos, apesar da aceitação pelos leigos e sua importância na Igreja, encontram-se barreiras em muitas dioceses e paroquias do Brasil.
Oremos!


domingo, 8 de abril de 2018

SAGRADA MISSA USADA COM CUNHO POLÍTICO

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SAGRADA MISSA USADA COM CUNHO POLITICO.

Inicio tranquilizando os bons católicos de que a Igreja Católica como instituição religiosa na qual confiamos e amamos, não é culpada por deslizes ministeriais improvisados de alguns dos seus clérigos quando agem ao arrepio das orientações eclesiásticas conforme ocorreu no caso aqui exposto.

Vamos ao tema.
Missa é Missa. Não importa quem seja o celebrante e todos eles, bispos e presbíteros foram ungidos e estão revestidos do Sacramento da Ordem e contam com a presunção de plena idoneidade cristã. O alcance da Missa é infinito chegando a todos os recantos do universo.

Entretanto, essa magnitude exige respeito, tem o seu local próprio, e por ser uma celebração cristã católica dirigida a DEUS PAI e celebrada por JESUS CRISTO nas pessoas do bispo e presbítero, não pode ser emprestada para endeusar pessoas em eventos não afinadas com as virtudes da religiosidade. Missa é Ação de Graças. É Eucaristia.

Não se celebra Missa em homenagem a pessoas, pois o homenageado por excelência sempre e somente é Deus.

Pode a Missa ser celebrada em ação de graças, pedidos de intenções a Deus em auxilio a pessoas vivas ou falecidas, ou por necessidades humanas e até cívicas. Mas a isso não se chama de “homenagem”. Para pessoa falecida, reza-se pela alma porque pode estar no purgatório (não sabemos) necessitando das nossas orações, porquanto que aquelas que estão no Céu não precisam de orações e para as que estão no inferno não adianta nenhuma Missa ou oração.

MAS JAMAIS PARA HOMENAGEAR UMA PESSOA conforme erradamente se divulgou no episodio prisão de Lula: “EM HOMENAGEM A FALECIDA MARISA, MULHER DE LULA” justamente naquele local e momento contaminado pelas agitações politicas envolvendo o condenado Lula.

Não quero entrar nas intimidades religiosas de Lula/Marisa, mas não me parecem suficientemente católicas que pudessem justificar essa Missa tal qual aconteceu.

Na verdade, no caso a Missa foi desvirtuada da sua profunda essência, chegando até as vias do sacrilégio, visto que transformada em momento político de despedida de um cidadão condenado pela justiça e na iminência da prisão.

Lamenta-se que o celebrante - um bispo emérito (inativo) Dom Angélico, amigo intimo e partidário de Lula, tenha se prestado a esse “espetáculo” que desgosta o bom católico e a todos em geral pelo inconveniente momento. As palavras do bispo foram apaixonadas pelo esquerdismo petista e por seu amigo Lula. Aliás, nada o proibia de manifestar-se, mas o fizesse como cidadão comum despojado das vestes liturgias e sem Missa.

Se a intenção era sinceramente orar pela alma de dona Marisa ou alguma ação de graças, nenhum impedimento ou estranheza causaria se fosse dentro de uma Igreja e em outro momento sem nenhuma conotação política conforme ocorreu lá escancaradamente para vitimizar e promover Lula explorando a memória da sua mulher.

O que se deu foi um tom de resistência política com Lula ladeado por seus correligionários que demonstraram não estarem nem um pouquinho interessado na Missa.

Concluo ressalvando que a Igreja não rejeita pedidos de orações, de intenções nas Missas, nem discrimina pessoas. Contudo, é preciso um mínimo de coerência e respeito à Santa Missa. Quem não é católico, quem não acredita na vida eterna, na Eucaristia, que Jesus é Deus, e pensa que Missa é uma apresentação teatral não deve pedir Missa, e ao bispo ou padre com maior razão ainda, por consciência ministerial e obediência à Igreja não deve ceder a esses pedidos essencialmente materiais e políticos.

        Perdoem-me, mas o momento era improprio para uma celebração Eucarística uma vez que o centro das atenções não foi Jesus, mas Lula.

        Não culpo a Igreja como instituição porque sou diácono e nela confio, mas ao bispo aposentado que com certeza deixou falar mais alto a sua simpatia pelo Lula.
Dc Narelvi.