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domingo, 17 de setembro de 2017

A MEDIDA DO PERDÃO.




As leituras bíblicas de hoje levam a pratica do amor e do perdão.


Será difícil perdoar? Penso que sim, penso que não. Depende da formação que cada um tem intelectualmente e religiosamente, enfim, do seu estado de espírito.


Mas com toda a certeza o perdão sempre vence as nossas resistências. O primeiro Mandamento da Lei de Deus é que regula digamos assim, a ação de perdoar.



Afinal, como ensina São Paulo, se nascemos ou morremos é para o Senhor, pois que nossa vida e porque somos criaturas de Deus não nos pertence, mas ao Criador de onde viemos e para onde voltaremos.

O exercício do perdão exige compreensão e fidelidade ao Senhor em Jesus Cristo que respondendo a Pedro não limita as vezes em que devemos perdoar. Setenta vezes sete significa tantas vezes quantas foram necessárias, isto é, sempre.


Isso não significa, por exemplo, tornar imunes as atitudes ofensivas à nossa pessoa. A “César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21) nos lembra de que devemos odiar o pecado, mas amar o pecador. O perdão é atitude pessoal, do intimo do coração, que nos faz bem e propicia ao ofensor a faculdade do arrependimento, da conversão, da busca de uma nova vida comportamental sadia diante de Deus e dos irmãos.


Entretanto, dependendo da gravidade da ofensa não retira do ofendido a busca do reparo pela justiça humana. Por exemplo, um assassinato, assalto, corrupção, estupros e outros delitos podem os agentes receber o perdão (gesto difícil, mas não impossível), mas não o exime dos procedimentos judiciais. 


Apesar dos parênteses acima, o que Jesus pregou e espera é que  seus seguidores compreendam de que em qualquer circunstância sem limitação de vezes, seja concedido o perdão inclusive porque segundo o evangelho de hoje, aquele que recebe o perdão de seu ofensor, mas não sabe perdoar àquele que o ofendeu receberá do Pai que está nos céus o mesmo tratamento. 


“Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”,
Dc Narelvi.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

CREMAÇÃO.



Prof. Amigo e Diácono gostaria de saber sua opinião sobre cremação! O que diz a nossa Igreja sobre esse assunto?
Mirian Andrade.

Estimada ex-aluna e irmã em Cristo Mirian. Primeiramente, obrigado pela sua participação e parabéns pela pergunta. 

A cremação embora já esteja bem aceita e usada para resolver o sepultamento dos mortos continua ainda sendo rejeitada por muitos.
Iniciemos dizendo que pelo Código de Direito Canônico, no cânon 1176 § 3º, A Igreja aconselha vivamente que se conserve o piedoso costume de sepultar o cadáver dos defuntos; mesmo assim, não proíbe a cremação, a não ser que tenha sido escolhida por razões contrárias a doutrina cristã”.

E o Catecismo da Igreja Católica no paragrafo 2301 ressalva: A Igreja permite a incineração quando com ela não se questiona a fé na ressurreição do corpo”.

Sem duvida enterrar os mortos é um costume milenar além de uma questão até de saúde pública, mas principalmente por temor a Deus e piedade e respeito com o falecido. Portanto, hoje todos enterram seus mortos dentro da normalidade do grau de civilização de uma sociedade humana.  E dentre os cristãos, com maior razão, o sepultamento demonstra o respeito pelo ente mesmo porque sabemos que o corpo é Templo do Espírito Santo.

Veja para argumentar, o livro do Eclesiástico, 38.16: “Meu filho derrama lágrimas sobre um morto… sepulta o seu corpo segundo o costume, não descuide de sua sepultura.”

Portanto, todos merecem um sepultamento digno e o cristão tem direito além do enterro, a celebração das exéquias

Além do mais, esse respeito ao sepultamento também é levado pela nossa crença na ressurreição dos mortos embora saibamos que o corpo sepultado breve sofrerá os efeitos da decomposição física.  

Ademais, esse dever cristão resulta ainda da 7ª Obra de Misericórdia Corporal: Enterrar os mortos

Aqui entramos na questão da cremação.

Primeiramente sabemos que na ressurreição todos os corpos ressuscitarão, dos crentes, descrentes, ateus, não importando se foram sepultados, desapareceram em incêndio ou afogamento ou qualquer outra circunstância, nada, nada impedirá a ressurreição dos corpos (ou dos mortos).

Contudo a igreja ainda recomenda, mas não impõe que os corpos dos falecidos sejam sepultados.

Logo, a Igreja Católica não é contrária à cremação cuja opção fica a critério de eventual pedido em vida feito pelo falecido que deve ser respeitado dentro da razoabilidade, ou por decisão dos próprios familiares. A única condição é de que a cremação não se faça como meio de desafiar ou fazer pouco caso da ressurreição do corpo conforme diz o citado parag. 2.301 do CIC.  

O importante é que estejamos preparados para esse ultimo momento da nossa vida aqui na terra e para que isso nos seja favorável contamos além dos nossos próprios méritos, com orações que nos auxiliam como a Ave Maria que esta lembrada na oração seguinte:

“Senhor, sabemos que um dia chegará a hora da nossa morte, te pedimos que permaneça ao nosso lado, que não nos falte os últimos sacramentos. Recorremos a São José, pedindo uma santa morte, e a Virgem Maria para que rogue por nós, agora e na hora da nossa morte. Amém.”
Na paz de Cristo. Dc Narelvi

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

QUEERMUSEU: UM ATENTADO GAY CONTRA A LIBERDADE E CRENÇA DOS OUTROS.




                                         
            QUEERMUSEU: UM ATENTADO GAY CONTRA A LIBERDADE E CRENÇA DOS OUTROS. 

Respeitamos os homossexuais que conhecendo seus limites opcionais sabem se manter respeitosamente e em bom convívio com a sociedade.


      Entretanto, abusos e atrevimentos existem de parte de gays (ou queer) que não contam com apoio da maioria dos homossexuais moderados nas suas condutas e que de suas partes sabem respeitar os que não compartilham dessa opção.


       Porém, ultrapassando todos os limites e “sob a proteção da lei” muitos se exibem em atos públicos em verdadeiro atentado ao pudor e a moral reduzindo-se à insignificância pessoal pela auto humilhação ao atingir suas próprias famílias, o sentimento religioso das pessoas, enfim, a sociedade como um todo.  É só lembrar-se de algumas paradas gay com “mulheres” masturbando-se com crucifixo, “homens” introduzindo haste de cruz no ânus, e tantas outras aberrações.

       Agora o SANTANDER  CULTURA resolveu abrir seu espaço em Porto Alegre para exposição de Queermuseu - Cartografias da Diferença na Arte  Brasileira com interesse da LGBT, sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros, de peças que desrespeitam as famílias, os homens, as mulheres, as crianças, franqueando a entrada até para menores, no que toca a permitir a ridicularização do cristianismo zombando sobremaneira da Igreja Católica ao exporem hóstias com dizeres injuriosos, Maria com macaquinho no colo, cujas hóstias apesar de não consagradas, são como as  usadas como pão conforme Jesus ensinou para ser o seu Corpo na Eucaristia; uma Cruz de Cristo com vários braços; terços usados para figuras sexuais, Maria com um macaquinho no colo,  além de quadros com desenhos de crianças iniciando no sexo da viadagem e outros escandalosos, criminosos e pecaminosos desenhos infames.


      E pergunta-se: Como pode o Santander patrocinar tamanha bestialidade? Bem fazem aqueles que deixam de serem seus clientes como resposta ao patrocínio de uma falta de respeito à liberdade de crença e estimulo à homossexualidade infantil, pedofilia e até zoofilia. E onde estava o Conselho Tutelar? As Autoridades?


        Lembrem-se do ataque à revista Charlie Hebdo na França porque debochou do profeta Maomé e tomem cuidado porque o tamanho do abuso pode provocar uma ação de revolta à altura, mesmo aqui no Brasil. 


        E tem um cara que foi atrevido ao escrever que os outros (no caso nós) é que devemos ser tolerantes, que não estamos preparados “para certas coisas”.  Ora, faça-me o favor!


       Esses irresponsáveis e levianos promovedores do mal com seus desrespeitos depõem não somente contra pessoas, entidades, crentes e descrentes, mas contra os próprios homossexuais que procuram viver a sua maneira de ser de um jeito mais recatado a tal ponto que não precisem de uma lei protetora. 

VOCÊS ESTÃO CUSPINDO PARA CIMA!
 
Dc Narelvi.

domingo, 3 de setembro de 2017

PEDRA DE TROPEÇO


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     REFLEXÃO         DOMINICAL
 

Mt 16,21-27
Rm 12, 1-2 







Pedra de tropeço. Pedra em nosso caminho.


Jesus dá uma lição a Pedro que bondosa e dedicadamente queria livrar o Mestre de uma situação dolorosa que seria a sua paixão e morte na cruz. Mas era preciso e Jesus não tinha medo de enfrentar seus algozes nem de ser morto na cruz porque sabia que no terceiro dia ressuscitaria.


Era Pedro com o seu pensamento humano sem levar em conta que o que vale é o pensamento de Deus.


Você, meu irmão e irmã, nunca encontrou uma pedra de tropeço em sua caminhada? Eu já!.


Quantas vezes ouvimos “aqui não!”, “não leve a serio seus compromissos”, “não ouça a Igreja”, “deixa para outro dia” etc.


Como disse, são Pedro preocupou-se com Jesus porque o amava e queria seu bem, mas outros existem ainda hoje com índoles perversas que não compartilham e visam cegamente impedir o próximo de crescer. Quando isso acontecer passe por cima.


Não desanimemos dos nossos ideais sejam na vida material ou na vida espiritual. A esses tentadores, a reação: “sai satanás”.


Afinal, cada um tem sua cruz para carregar embora não tão penoso quanto a de Jesus e quem carregar a cruz com confiança em Cristo salvará sua vida e nenhuma pedra no caminho resistirá ao impulso de quem tem fé.  
Dc Narelvi