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domingo, 10 de novembro de 2019

O RESULTADO DO STF - Soltura de condenados.






Matéria de fevereiro de 2016 estampa: “Virada na jurisprudência - STF muda entendimento e passa a permitir prisão depois de decisão de segundo grau. O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (17/2) mudar sua jurisprudência e passar a permitir que, depois de decisões de segundo grau que confirmem condenações criminais, a pena de prisão já seja executada[1]". Foi uma satisfação nacional, uma vitória contra a impunidade.


De repente, homens “poderosos”, desonestos, corruptos, fraudulentos, safados, ladrões, bilionários às custas de roubos, “homens de colarinho branco”, começaram a ser presos principalmente pela tarefa “Lava Jato”. O povo começa a sentir a justiça imperar.  Parecia respirar um momento novo no Brasil de confiança na Justiça.


Aí, começaram as prisões de empresários e políticos condenados como Cabral, Cunha, Dirceu, Youssef, Marcelo Odebrecht etc. etc. e LULA. Uma verdadeira purificação na sociedade.


Dentre os presos um líder da turma: LULA DO PT chefe e dono de muitas consciências brasileiras de todos os escalões desde os humildes que batem palmas sem saber porque até “grandões” de todos os Poderes, parlamentos e eleitores fanáticos.


Prenderam o “papai” deles. De forma sorrateira (não tanto) mas ardilmente, minando aqui e ali, estratégias foram montadas. E descobriram que aquela jurisprudência de 2016 estava atrapalhando.  


A Constituição continuou sendo a mesma. Mas o mesmo STF com alguns ministros mudando de posição, desvirou a jurisprudência para interpretar de modo diferente. Agora não pode mais determinar a prisão de condenado em segunda instância. Precisa esperar os recursos até a última instância e aguardar o transito em julgado. Caminho rápido a ser percorrido, dez, vinte ou mais anos até a prescrição, ou quem sabe a falência física ou mental dos condenados ou mesmo a inesperada morte. E pronto! Ninguém paga pelo crime praticado. De volta a impunidade. 


A questão tratada agora pelo STF não é de apenas interpretação de questão jurídica.  Àqueles que pensam assim, pergunto: e de 2016 até hoje não valeu a decisão? Não foi um avanço em favor da moralidade? Por que o STF em seus julgamentos até recentemente fizeram valer aquela jurisprudência? A questão é também e principalmente fazer valer uma justiça verdadeira, de moralidade. 


O placar mostra que a interpretação da Constituição pelos Ministros nesse sentido é dúbia. Cinco diz que sim e cinco diz que não.  Então não há certeza! Pode ser que sim e pode ser que não.


Existe um brocardo jurídico  In dubio pro societate. Na dúvida, julga-se em favor da sociedade.


A grande maioria da sociedade brasileira e muitos renomados juristas repudiam a decisão do STJ porque entendem que condenado em segunda instância já pode e deve ser recolhido à prisão. Com razão porque para eles a culpa já está provada.


Portanto, na incerteza da interpretação do texto constitucional do artigo 5º, LVII, o STF devia ter respeitado a jurisprudência anterior e os anseios da sociedade pela luta contra a impunidade.


Mas acima da Constituição estava o abominável “LULA DO PT” sem dúvida um líder da esquerda, da contramão de direção, defensor de regimes políticos de países vizinhos de opressão e poder primeiro pelo engodo dos fracos e depois pela força. 


E veio o desempate: O ministro TOFOLLI vence no tapetão da presidência do STF mudando seu entendimento anterior desempatando o placar. E o resultado veio rápido: o primeiro a ser solto foi LULA e outros bandidos irrecuperáveis já estão na fila para retornarem aos seus velhos costumes.

Gostemos ou não, a decisão judicial deve ser cumprida. Mas de tudo isso, uma certeza que os partidários e pupilos não sabem ou não querem saber: todos os que forem beneficiados pelo presente do Supremo continuam condenados.  Por isso não cantem “Lula livre”, mas “Lula solto” pois continua nele a consequência da condenação. Por enquanto é apenas um condenado que em liberdade aguarda a decisão final e que em algum momento retornará à prisão de acordo com a lei.


[1] https://www.conjur.com.br/2016-fev-17/supremo-passa-permitir-prisao-depois-decisao-segundo-grau

sábado, 2 de novembro de 2019

Eduardo Bolsonaro. Com razão na essência do seu comentário.


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Eduardo Bolsonaro exagerou um pouco na exposição da solução e já se desculpou. Contudo, podemos suavizar retirando do texto original os trechos que provocaram susto em alguns para aproveitar do que restou a fim de entender o que chamo de mérito do assunto:   

“Se a esquerda radicalizar a esse ponto a gente vai precisar ter uma resposta”. “Alguma resposta vai ter que ser dada, porque é uma guerra assimétrica, não é uma guerra onde você tá vendo o seu oponente do outro lado e você tem que aniquila-lo”. “É um inimigo interno, de difícil identificação aqui dentro do país”. “Espero que não chegue a esse ponto, né? Temos que ficar atentos”. 

Cá entre nós, ele não tem razão? A democracia não é um regime de libertinagem onde impere a imoralidade, interesses pessoais, a corrupção, de Poderes descomprometidos com a justa Justiça, de politiqueiros, de quem pode mais chora menos.
Ou se aprende a viver civilizadamente, honestamente, democraticamente ou estar-se-á colocando em risco a democracia.

Depois não reclame!

domingo, 13 de outubro de 2019

Irmãos católicos. Não tenhais medo!


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Vivemos hoje um momento confuso em nossa igreja causado por envolvimentos de algumas militâncias de esquerda com anuência proposital ou não de membros do clero.

Até o Papa Francisco se vê envolvido ou se deixa envolver causando temor aos fieis.  Situações às vezes polêmicas, outras com interpretações tendenciosas de muitos leitores, ouvintes e meios de comunicações realmente causam confusões nos sentimentos de apego que temos por esta nossa querida Igreja Católica.   

Precisamos ter cautela, calma, cuidado para não nos envolvermos em demasia sobre assuntos que parecem enigmáticos e comprometedores que não conseguimos alcançar suficientemente o verdadeiro sentido, para não correr o risco de, ao invés de defender nossa religião causar-lhe mal maior, separações, e acabar influenciando negativamente os fracos de fé, os descrentes e até empurrando-os para outras crenças.

Jesus é o fundador da Igreja Católica, primeira e única verdadeira religião cristã (Ef. 4,5) com a sua garantia: Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos (Mt 28,20). Onde está Cristo Jesus, esta a Igreja Católica” (CIC 830).

É o Espirito Santo que guia a Igreja. Por isso, sejamos livres para analisar e comentar certos fatos com conhecimento de causa civil e religiosa, porém, sem jamais nos tornarmos inimigos e causadores da perda da fé dos irmãos e responsáveis por alguns que em decorrência venham a abandonar a fé católica cristã.  

Muitas vezes Jesus disse: “Não tenhais medo!”.
Dc Narelvi.