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domingo, 9 de novembro de 2014

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE LATRÃO - 9.11.14

Dedicação da Basílica do Latrão
A Igreja no dia 6 de novembro, liturgicamente no domingo seguinte, festeja a Basílica de S. João de Latrão.
O local se chamava PALACIO LATERANO porque durante o Império Romano ali era uma propriedade da famila Laterani que ali construiu um palácio.
O Palácio Laterano encontrava-se em posse do imperador Constantino enquanto casado com sua segunda esposa, Fausta, irmã de Magêncio.
A construção ficou conhecida na época como "Domus Faustae" e posteriormente foi doada ao bispo de Roma por Constantino. A data precisa da doação é desconhecida, mas estudiosos acreditam que tenha sido durante o pontificado do Papa Melquíades, perto do ano 313.
A igreja, como catedral da Diocese de Roma, contém o trono papal, o que a coloca acima de todas as igrejas do mundo e o principal o Santíssimo Salvador. Tem como dois co-patronos, São João Batista, celebrado a 24 de junho e São João Evangelista, celebrado a 27 de dezembro. Padroeiro.  É considerada, por isso, a Mãe de todas as Igrejas de todo o mundo católico.
É o principal Templo Católico que de Roma simboliza a unidade católica que se estende a todas as Igrejas do mundo, daí a data especial litúrgica como DEDICAÇÃO  DA BASILICA DE LATRÃO festejada no mundo todo.
A Basílica de Latrão é mais um dos inúmeros marcos da origem do catolicismo provindo diretamente de Jesus Cristo, seu fundador, já atuando como Papa o bispo Melquiades e todo o clero, perto do ano 313.
O nome Arcibasilica Papale di San Giovanni in Laterano (Arquibasílica Papal de São João de Latrão) data do século VII quando o Papa Gregório I, o Grande, (pontificado de 590 a 604), a colocou sob a proteção de São João Batista.

Dados históricos obtidos no site abaixo, do Padre Wagner Augusto Portugal.
https://www.catequisar.com.br/texto/colunas/pewagner/71.htm
Você encontrará também no site abaixo além de vastos estudos.
http://romaitalia.com.br/Arquibasilica-Papal-de-Sao-Joao-de-Latrao.html

EM TRÊS DIAS O LEVANTAREI - Evangelho.

REFLEXÃO DOMINICAL

32 DTC – ANO A – 9.11.2014
Dedicação da Basílica do Latrão
Evangelho: João 2,13-22

I
rmãos, abandonar a Obra de Jesus é uma ideia que se aproxima ao mal que os vendedores de mercadorias e cambistas fizeram do uso do Templo. E o que fez Jesus segundo o Evangelho de João? Usou do chicote e os expulsou do templo!
M
as essa atitude de Jesus aplica-se também aos que se mantém na sua Igreja, mas fazem dela oportunidade para enriquecimentos ilícitos, luxurias, vaidades, homens que ao invés de se preocuparem com as coisas de Deus preferem as obras materiais em detrimento às obras espirituais sem importarem-se com seus irmãos necessitados ou não, mas que procuram, na Igreja, encontrar paz, misericórdia, perdão e a salvação de suas almas.
C
risto se apresenta no Evangelho como o grande Templo e desafiou: “Destruí este Templo e em três dias o levantarei”.

J
esus falava de si mesmo, do seu corpo, como de fato aconteceu ao ressuscitar no terceiro dia.


É
 isto irmãos e imãs que precisamos,  confiar na obra de Cristo de que nos falam Ezequiel, Paulo e João, seguindo os ensinamentos das Sagradas Escrituras e da Igreja.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.
Dc Narelvi

COMO ESTÁ CONSTRUINDO? - 2ª leitura.


REFLEXÃO DOMINICAL
32 dtc – aNO a – 9.11.2014
Dedicação da basilica do latrão


2 leitura: 1 Cor 3,9c-11.16-17

S
ão Paulo ao escrever aos Coríntios, ratifica a mensagem de Ezequiel na medida em que ensina ao povo de Corinto que eles eram verdadeiras construções de Deus.

C
omparando, Deus escolheu os patriarcas e os profetas para em seu nome falar aos homens. O Novo Testamento nos revela que também Jesus escolheu os homens para representa-lo nesta terra depois da sua volta ao Céu.
S
ão Paulo ao se colocar como mestre de obra que colocou o alicerce, coloca seus discípulos como continuadores da obra e faz uma séria advertência: “Veja bem como está construindo”. E acrescenta: “ninguém pode colocar outro alicerce
diferente do que está aí, já colocado: Jesus Cristo”.
É
 oportuno e a carta nos leva a isto lembrar-se da seriedade e compromisso que o católico como membro da primeira e única Igreja de Cristo tem perante Jesus e toda a humanidade.
P
aulo quis dizer que a ninguém é permitido modificar ou enfraquecer a doutrina cristã desprezando sua origem e as lições que herdamos dos primeiros Apóstolos. Pedro, o chefe da Igreja e demais irmãos no apostolado foram os primeiros evangelizadores que em nome de Jesus levaram seus ensinamentos voltados à união, à paz, à fraternidade, à Salvação ao mundo todo seguidos por seus legítimos sucessores. Com eles, Jesus edificou sua Igreja e prometeu estar com ela até o final dos tempos. Daí o chamado de atenção: “Veja bem como está construindo”.
N
ós hoje somos continuadores da obra de Cristo, projetada por Ele e confiada aos seus eleitos nas pessoas dos bispos, presbíteros e diáconos católicos que continuam, como os primeiros, a levar aos homens a mesma mensagem que Jesus deixou e se perpetua na Igreja  Católica.
T
alvez você não sinta os efeitos dessa lição, mas atualmente estamos vendo quantos que se diziam católicos deixaram a Igreja cujo primeiro construtor foi Jesus, e os apóstolos ajudaram a colocar a pedra fundamental, e outros sucessores e seguidores continuaram, pedra por pedra, a  concluir essa obra e agora, por motivos injustificados,  traem a fé de um dia para outro assumindo nova postura de cristão separado renegando as verdades bíblicas, tradicionais e magisteriais virando às costas para a Eucaristia, santos, Maria, demais Sacramentos, à Igreja fundada por Cristo, gerando um verdadeiro quid pro quo na sua vida religiosa. O que essas pessoas estão fazendo com suas vidas? Esqueceram que são santuários de Deus e que como tais deveriam estar comprometidos com a Igreja mãe ao invés de irracionalmente negarem amanhã o que durante toda a sua vida até hoje professou como verdade? Esses estão destruindo a Igreja de Cristo e dos Apóstolos, santos e mártires, que deram suas vidas para que Jesus, pai do cristianismo, fosse conhecido e adorado até hoje e para sempre pondo até mesmo em risco sua salvação pois nem todo aquele que diz “Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas somente aquele que faz a vontade de meu pai que esta nos céus”. Quem destrói o santuário de Deus será destruído por Deus. O propósito, portanto, é perseverar, e aos afastados retornar pois quem sabe que se esses não eram um dos escolhidos para ajudar a terminar a construção de que Paulo nos fala?
Unidos em Cristo.
Dc Narelvi. 

SANTUÁRIO, FONTE DE ÁGUA VIVA - 1ª leitura



REFLEXÃO DOMINICAL
32ºDTC – Ano A – 9.11.2014
Dedicação da Basílica do Latrão
1ª leitura: Ez 47,1-2.8-9.12
Santuário, fonte da Água Viva
 
 Prezados amigos e irmãos em Jesus Cristo.

E
xiste uma simbologia na mensagem do profeta Ezequiel. Como tal, sua missão era justamente preparar a humanidade para a vinda do Salvador.
C
ertamente que era difícil e até inoportuno naquela época, falar na pessoa de Jesus Cristo que nem o próprio Ezequiel imaginava a não ser que o mundo contaria com a presença de alguém mandado por Deus.
E
ntão as profecias e mensagens giravam em torno de fatos históricos ou atuais daquele tempo, ou até mesmo da imaginação inspirada por Deus. Assim é o texto bíblico de hoje que envolve um homem e uma personagem em torno do Templo e o fenômeno da água subterrânea que corria no sentido leste ao sul, do lado direito. O personagem foi levado pelo homem para o lado de fora já ao norte onde pôde ver a água jorrando.
o
 homem explicou a direção a ser percorrida pelas águas indicando como destino a região oriental até o vale do Jordão até chegar ao mar. Até hoje sabemos que o ponto final das águas dos rios é o mar.
M
as antes do ponto final, os rios tomam caminhos diferentes formando outros rios ou riachos irrigando o solo permitindo a vida dos animais, dos peixes, das árvores e de todas as espécies, com seus ciclos de vida, mas sempre propiciando aos homens seus alimentos e outros recursos para suas sobrevivências. E o homem fez o personagem notar que a fonte da água partia do santuário.
I
rmãos e irmãs. A água sempre simbolizou a vida.
O fato de a água partir do Templo e revigorar a natureza traz a mensagem da vinda do Filho de Deus colocando o Santuário como sua sede e dela distribuir-se por todos os recantos do mundo, norte, sul, leste e oeste.  
S
im, irmãos, Deus está em todos os lugares, mas na terra o Templo sempre se identificou como a Casa de Deus, e é desse templo que sairia segundo Ezequiel, aquele que percorreria por diversos caminhos como um rio, alcançando regiões, cidades e pessoas do mundo todo nutrindo a cada um com as graças necessárias para o reencontro com o Pai e produzir bons frutos espirituais num processo continuo de conversão até chegar à plenitude dos tempos.
P
or isso irmãos, olhem para a Igreja da sua paróquia e procurem sentir a força da água viva que é Cristo cuja mensagem percorreu todos os caminhos por mais dois mil anos e hoje alcançou você.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo.

Dc Narelvi.  

sábado, 1 de novembro de 2014

TODOS OS SANTOS E FINADOS- Dias 1 e 2 de novembro.

Amigos e irmãos em Jesus Cristo.
Cristo venceu a morte. Morreu como homem, mas não como Deus porque Deus não morre. E porque é Deus,  disse:  EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA (Jo 11,25) assegurando a todos aqueles crentes em Jesus que também um dia ressuscitarão.  

A morte é o destino humano em decorrência do pecado, e que apesar de todos os homens, desde o primeiro, terem morrido, ainda hoje esse é um dos momentos mais difíceis da nossa vida. Jesus podia ter evitado sua morte humana, como também as dos apóstolos e de todos os viventes antes e depois do seu sacrifício, mas não evitou. Eu você alcançaremos essa experiência.

É compreensível, então, que quando perdemos um ente querido, um amigo, sejamos tomados pela tristeza e até mesmo, algumas vezes, de certa revolta. Mas Deus é consolador e esses momentos com o tempo são transformados em conformismo sem, contudo, deixar de lado as saudades e as lembranças.

E aqui, irmãos e irmãs, entra a realidade da fé na vida eterna. Fico a imaginar como será para aqueles que não creem, enfrentar a morte de alguém como se esse alguém não valesse mais nada, que sua vida tivesse sido uma inutilidade: morreu, sepultou, e pronto, assim como se enterra um bicho qualquer.

Não existem caminhos diferentes para o pós-morte. Ou todos passarão para o nada, ou todos passarão para a eternidade, primeiramente a alma e um dia também o corpo glorificado na ressurreição. Para a primeira hipótese tudo desapareceria sem que jamais o ser humano pudesse saber  dessa inaceitável probabilidade, enquanto para os que acreditam na vida depois da morte, essa experiência apenas vem a confirmar o que já se sabia em vida. E as provas de uma vida continuada depois da morte as encontramos nas Sagradas Escrituras, na própria pessoa de Jesus Cristo que foi visto vivo antes e depois da sua morte, nas aparições de Nossa Senhora, e em tantas outras evidências que nossa fé e religiosidade somadas às crenças que se perdem no tempo antes de Cristo, convencem.

Justamente porque temos convicção é que a Igreja Católica instituiu duas datas significativas para a humanidade toda: Todos os Santos e dia dos finados ou falecidos.

Todos os Santos porque nos permite lembrar não somente dos santos canonizados, mas de todos os outros que também  santos apenas não foram expostos para veneração nos altares, mas estão lá, juntos de Deus porque buscaram a santificação e por isso merecem as nossas lembranças e até mesmo nossas orações de suplicas e agradecimentos porque como almas glorificadas nos ouvem e rezam por nós.

Daí, então, que Finados é um dia que nos atrai ao Campo Santo, visitamos os túmulos de nossos parentes e conhecidos, e até de quem nunca vimos ou convivemos com ele, porque sentimos suas faltas pela ausência temporária e renovamos naquele pequeno tempo de visitação todas as nossas lembranças de quando em nossas casas, ou em qualquer lugar das nossas convivências, ou éramos cuidados por eles ou deles cuidávamos, brincávamos e nos divertíamos, talvez até sofrêssemos juntos, enfim, todos os laços de união entre as criaturas humanas são lembradas. E cada qual, de acordo com sua fé e religião, reserva aquele momento para oportunidade de reflexão, meditação, e conversão, e os católicos em especial entregando sua sensibilidade fraterna e amorosa pelas almas do céu em ação de graças, e do purgatório com pedido ao Senhor Deus que os acolha do Reino dos Céus o quanto antes, motivo pelo qual indispensáveis a Santa Missa e as orações.

Então aprendemos irmãos em Cristo, que vale à pena viver a procura do Reino e da santidade, e a morte que o finados lembra deixa então de parecer tormento ou desânimo para se transformar em alegria ante a oportunidade de encontro pessoal com Deus na Trindade e todos os santos onde juntos esperamos que se encontrem todos os que nos antecederam, e a paz que sentimos quando visitamos o cemitério ouvindo o silêncio, nos coloca no plano da eternidade. É morrendo que se vida para a vida eterna!
Que as santas almas nos protejam.
Dc Narelvi
Recomendo a reflexão sobre Finados e Todos os Santos clicando no link
http://diacononarelvi.blogspot.com.br/2013/11/todos-os-santos-e-fieis-defuntos.html