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domingo, 1 de junho de 2014

NÃO TENHAMOS MEDO DO PASSADO PERDOADO.




REFLEXÃO DOMINICAL
Ascensão do Senhor – 01.06.2014 – Ano A
1ª leitura: At 1,1-11
2ª leitura: Ef 1,17-23
Evangelho: Mt 28,16-20
2ª Leitura: Não tenhamos medo do passado perdoado
Queridos irmãos em Cristo Jesus.
         Que tipo de vida vivemos?
         Como toda a criatura, nascemos, crescemos, e deveríamos evoluir em todos os sentidos. E isso acontece com muita gente, graças a Deus.
         Uma breve retrospectiva e lembraremo-nos de quando éramos crianças recebendo de nossos pais todo o cuidados, e principalmente aprendendo com eles o caminho da Igreja. Depois adolescentes e jovens, com a reza do terço, recitando as Ave Maria, o Pai Nosso, o Santo Anjo . . . Primeira Comunhão, Crisma, Catequese, Missa dominical de mãos dadas com nossos pais unidos em família e em Cristo.
         Crescemos mais um pouco e nos tornamos adultos com direito a independência e liberdade. E aqui a pergunta: Nessa fase conseguimos conjugar tudo o que aprendemos e vivemos antes? Como estarão nossas orações, nossas Missas, nossas Comunhões Eucarísticas, nossos namoros, casamentos, nossas recém-formadas famílias, nossas companhias... Será que abandonamos tudo isso pela libertinagem, pelas drogas, pelos exemplos dos pervertidos, pelo relativismo religioso???
         A resposta cabe a cada um.
         Mas São Paulo nos dá uma ajuda infalível para harmonizar a nossa vida de hoje com a vida de ontem, a nossa conduta desvirtuada pela época com o bem no passado. 
         A saudação feita aos Efésios já gera uma salutar recomendação que serve a todos nós ao suplicar a Deus que por Jesus conceda-nos  espírito de sabedoria, abra nossos corações para a luz afim de enxergarmos e entendermos o sentido da vida segundo os princípios cristãos.
         Nossos pais fizeram a parte deles durante o tempo de educação e formação assim como Jesus fez a Dele antes  da ascensão. Depois, cada um caminha com suas próprias pernas, mas com os pés calçados de fortes sandálias.
         Mas, e se nós nos desviamos dos ensinamentos e tomamos o rumo do pecado, do sofrimento?   São Paulo alivia a nossa dor e consciência lembrando que Jesus é Deus com a experiência de homem (menos no pecado) e por ter encarnado por vontade do Pai está acima de toda a autoridade, detém todo o poder, potência, soberania ou qualquer outra qualificação honorifica deste mundo, e por isso a sua ação é espiritual que supera a todas as barreiras demoníacas capaz de trazer suas ovelhas de volta para o redil que é a Igreja de quem Cristo é a Cabeça e Corpo da Igreja.
         Estamos acostumados a dizer: “O mundo está perdido!”. Mas Jesus nos leva a outra profecia: “Com Jesus, nada está perdido!”. O retorno para o Reino é aberto para todos. O caminho foi iniciado com a história do Antigo Testamento passando para a Nova Aliança em Jesus, no Novo Testamento além da manifestação do Espírito Santo pela tradição e magistério da Igreja.
         Não tenhamos medo do passado perdoado, e com a força de Cristo teremos nossa vida renovada sem necessidade de abdicarmos de todos os bens e valores terrenos que Deus ofereceu aos homens na Criação.
Com Jesus e Maria.
Dc Narelvi.

POR QUE FICAIS AQUI, PARADOS, OLHANDO PARA O CÉU?



 REFLEXÃO DOMINICAL

Ascensão do Senhor – 01.06.2014 – Ano A

1ª leitura: At 1,1-11

2ª leitura: Ef 1,17-23

Evangelho: Mt 28,16-20

1ª Leitura: por que ficais aqui, parados, olhando para o céu?

         Lucas registra no seu testemunha o serviço prestado a Jesus na evangelização. Dá a entender que a sua dedicação era exclusiva e em tempo integral. Portanto, não era um evangelizador oportunista, pois que ensinava o tempo, vivia para converter as pessoas.

         Na sua introdução dirige-se a alguém pelo nome de Teófilo, como um professor situando a matéria na ultima aula para dar continuidade. No caso, Lucas lembra Jesus desde o começo até quando foi levado para o céu num resumo didático que chegou ao momento da sua subida ao céu. Cita a ação do Espírito Santo nos Apóstolos, seus escolhidos, e da presença de Jesus na terra durante quarenta dias após a ressurreição.

Então, fica aqui, retirada alguma dúvida que possa existir sobre o que aconteceu com Jesus logo após  a ressurreição. Significa que mesmo tendo Jesus completado sua missão  continuou falando aos seus apóstolos e discípulos sobre o Reino de Deus.

Um dos pedidos de Jesus foi para que não saíssem de Jerusalém, continuassem lá em oração fazendo alusão a vinda do Espírito Santo por com quem seriam os convertidos batizados em substituição a água usada por João Batista. Havia pressa entre os apóstolos, mas Jesus os acalma no sentido de que Deus é o único conhecedor de todos os tempos em que as coisas de Deus haverão de acontecer. Essa paciência deve ser assumida por todos, mas talvez pra mim tenha um significado maior pela angustia que me aflige pelo desejo de por em prática o que Jesus e a Igreja esperam que eu faça como diácono.

         Portanto, chegado o momento de Jesus voltar para a Casa do Pai com sua missão cumprida no que lhe competia, sob os olhares dos presentes, em grande número que testemunharam mais uma vez que Jesus não era apenas homem, mas Deus, que não precisou de ninguém para retornar ao Céu.

         O texto bíblico em reflexão consegue demonstrar a grandeza daquele momento quando os discípulos, apóstolos e tantos outros crentes puderam admirar seu Mestre revestido da sua divindade sair humanamente falando, da terra, para situar-se no plano espiritual celeste de onde ele, Jesus, nunca saiu.

         Justifica o comportamento daquelas testemunhas que absortas pela realidade daquilo que se pode imaginar como “viagem para o céu”, esqueceram  dos sentidos humanos que lhes prendiam    na terra, distraídos de tudo o que se passava à sua volta, que precisou de dois homens (ou anjos??) para sacudi-los: “Homens da Galiléia, por que ficais aqui, parados, olhando para o céu?” Quiseram dizer: “Acordem! Agora é a vez de vocês colocarem em prática tudo o que aprenderam de Jesus. Não percam tempo!”. 

         Irmãos e irmãs, quantos crentes acostumados a adorar Jesus, até mesmo bispos e padres, parece que ainda estão parados, olhando para o alto, deixando o tempo passar...

         Gente, acordem! Precisamos de oração, de contemplação, mas principalmente de ação. Nós crentes católicos precisamos sair de nossas casas, das sacristias, para ir ao encontro daqueles que precisam de nós, que estão “no mundo da lua” digamos assim, afastados da prática religiosa.

         Aqueles dois homens acrescentaram: “Esse Jesus que vos foi levado para o céu, virá do mesmo modo como o vistes partir para o céu” . JESUS VOLTARÁ, mas para aqueles que dignificaram SEU NOME.  E como Jesus não quer que ninguém se perca, e não sabemos quando acontecerá essa vinda, todos precisamos evangelizar, que significa não ficar preso somente às obras materiais mas principalmente e acima de tudo, espirituais,  pois quando Jesus voltou para a Casa do Pai, deixou um legado missionário a todos os cristãos, cada qual no seu ministério ordenado ou leigo colocando como centro do Evangelho, do Plano de Salvação, o amor fraterno.

Louvado seja N.S. Jesus Cristo.

Dc Narelvi

ENCONTRO DE FORMAÇÃO TEOLÓGICA - 01/06/2014



  ENCONTRO DE FORMAÇÃO TEOLOGICA - DIACONOS PERMANENTES
Pregador: Pe. ROBERTO AGOSTINHO da paróquia de Nossa Senhora Medianeira, Curitiba.
Bispo Referencial dos diáconos permanentes:
DOM JOSE MÁRIO
Escola Diaconal São Filipe - Curitiba
01 de junho de 2014
Dom JOSE MARIO
Pe. João Chemim  - Diretor da Escola Diaconal
DOM JOSÉ MARIO

Dc Narelvi
Dc Narelvi
DOM JOSÉ MARIO
 
 
 
 
 
Dc Jorge

Dc Miguel

 
 
Dc Honorival - Paroquia Salette

 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
Dc Gilberto